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trafico de armas

Polícia apreendeu 2 toneladas de maconha que iam para o Alemão e deu prejuízo de 8 milhões de reais ao CV. VIDEOS

Em uma ação integrada de inteligência, policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF) e agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam, nesta quarta-feira (21/01), mais de duas toneladas de maconha, avaliadas em aproximadamente R$ 8 milhões. A carga, que tinha como destino o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, foi localizada em Duque de Caxias, dividida em três veículos utilizados pelos criminosos. Quatro narcotraficantes foram presos em flagrante.Após a troca de informações entre a especializada e a PRF, foi montado um cerco para abordar os veículos, uma vez que as investigações indicavam que uma carga de alto valor deixou o estado de Minas Gerais pela Rodovia Washington Luís, com destino à capital carioca. Houve perseguição, mas os suspeitos foram alcançados e detidos. Durante a ação, foi constatado que os automóveis circulavam com placas clonadas. Dentro dos automóveis, foram localizadas outras placas. Os agentes apuraram que o grupo parava constantemente para trocar as identificações, tentando fugir das forças de segurança. Além das drogas, sete celulares e dinheiro foram apreendidos. As investigações apontam que a droga tinha como destino o Complexo do Alemão, reduto histórico da facção Comando Vermelho. As apurações continuam para identificar outros integrantes da cadeia criminosa responsável pelo transporte e pela distribuição de entorpecentes. O resultado da ação reforça a importância da integração entre as forças de segurança e do uso da inteligência policial como eixo central no combate ao narcotráfico armado no Estado do Rio de Janeiro.

Homem que foi morto em academia na Rocinha (CV) fazia parte de poderosa quadrilha de traficantes de drogas e armas baseada no Triângulo Mineiro, dz MP-MG

O homem que foi morto em uma academia na Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, em setembro, Fábio Porto, o Mikin ou Miko, integrava organização criminosa denominada Família Miranda que praticava diversos crimes como tráfico de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. O bando era baseado em Uberlândia, cidade do Triângulo Mineiro, segundo investigações do Ministério Público de Minas. A atuação da quadrilha se estendia para outros municípios do Estado e tinha alta lucratividade com a grande distribuição de drogas para a venda em Uberlândia e região. A organização também tinha desdobramentos também nos estados de Mato Grosso, Rio de Janeiro, Goiás, entre outros.  Durante as investigações,  foi possível a apreensão de elevado número de armas de fogo de grosso calibre, grandes quantidades de drogas, especialmente cocaína, elevadas quantias de dinheiro, documentos públicos falsificados, receptação de veículos subtraídos, tráfico ilícito de drogas sintéticas e a reiterada conduta de lavagem de dinheiro mediante a ocultação de valores ou do uso de interpostas pessoas físicas e jurídicas para a dissimulação dos ativos obtidos ilicitamente pelas organizações criminosas reveladas. O grupo se utilizava de inúmeros distribuidores e tinha uma estrutura gigantesca.. Em uma conversa interceptada, um traficante disse que pegou 20 quilos de peixe, expressão utilizada para designar pasta base de cocaína. O mesmo bandido falou que pagou 10 (dez) quilos à vista e que vai vender essa mercadoria na capital. A droga seria misturada a outras substâncias como fenacetina e igrganox e o criminoso disse que ela ficaria mais bonita. Em outra conversa, um integrante do grupo solicitou contas bancárias para fazer o pagamento pela droga adquirida. Uma operação de combate à quadrilha descobriu um laboratório de refino de pasta base de cocaína em Governador Valadares. Para dissimular a origem e propriedade de valores provenientes de crimes, os envolvidos usavam técnicas conhecidas de lavagem de dinheiro, como, por exemplo, a estruturação (smurfing). Durante as investigações constatou-se uma expressiva quantidade de depósitos e saques fracionados em pequenos valores que visam a dificultar o seu rastreio, o que caracteriza uma dissimulação para identificação dos reais beneficiários. Fábio Porto fazia parte do subnúcleo dos distribuidores.. O chefe do bando enviou via aplicativo de celular dados da conta bancária de um intengrante para Fábio para fazer depósitos bancários para pagamento de drogas, Segundo a imprensa local, ele foi acusado também de um homicídio por conta da venda de um imóvel. O homicídio de Fábio veio a tona ontem com a morte do suposto assassino, Jhony Horta Pereira, em um confronto com policaiis em Belo Horioznte, Jhony tinha mandado de prisão contra ele pela Justiça do Rio. Ele era vinculado ao Terceiro Comando Puro e chegou a se esconder no Complexo de Israel.

Quadrilha de Minas Gerais comprava armas no Paraguai e vendia a traficantes do Rio de Janeiro

Um inquérito da polícia mineira identificou uma quadrillha formada por pelo menos oito pesosas, entre elas mulheres, que compravam armas de fogo ilegamente no Paraguai e vendiam inclusive para traficantes do Rio de Janeiro. Parte do bando foi interceptado no ano passado quando foram apreendidos dois fuzis calibre 556m, munições de diversos calibres, acessórios de armas de fogo, além de drogas, balança de precisão e anabolizantes. As armas, munições e carregadores foram submetidos a exame pericial de eficiência, restando constatado pelos peritos que se encontravam em perfeito estado de funcionamento Foram identificadas mensagens no telefone de um dos envolvidos no bando que comprovaram a compra de armas de fogo de pelo menos dois fornecedores paraguaios em Ciudad del Este. Um outro integrante do grupo participava com o transporte e a introdução dos armamentos ilícitos no território brasileiro “Os envolvidos empreenderam intensa negociação e comercialização de armas, inclusive com traficantes do Rio de Janeiro/RJ”, dizem os autos.Uma mulher envolvida foi até a cidade de Uberlândia buscar mercadoria. Uma outra mulher companheira de um integrante da quadrilha participava das transações bancárias, de alto valor, destinadas ao pagamento do armamento negociado. Os investigados forneciam armamento não só para traficantes do Rio de Janeiro como também da Bahia e outras regiões do pais.

Muito tempo antes de ser preso pela última vez no caso TH Joias, Índio do Lixão (CV) participava de esquema de envio de armas e munições de cidades fronteiriças para favelas da facção. Chegou a pedir para trazer 15 fuzis de Roraima

O traficante Índio do Lixão ficou conhecido da mídia após sua prisão em setembro durante a investigação que levou a prisão o então deputado estadual TH Joias, suspeito de ligação com o Comando Vermelho. Mas na década passada ele já tinha atuação destacada no tráfico fazendo parte de um esquema de envio de trazia armamentos e drogas das cidades fronteiriças do país para o Rio de Janeiro, mais especificamente para as Comunidades comandadas pelo Comando Vermelho, como a Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio.. Por conta das investigações, um carregamento de quatro pistolas vindo do Paraná para o Rio de Janeiro foi apreendido. “Indio” seria um dos “batedores” desse carregamento; que esse fato teria permitido, inclusive, sua fuga; Um outro integrante do grupo, conhecido como Junior Paulista dirigiu-se para a cidade de Guaíra para trazer, a pedido do indivíduo conhecido como “mentor” (não qualificado à época), uma carga de fuzis. Junior Paulista ficou aguardando a chegada dos “batedores” que seriam enviados pelo acusado “Indio. Que ambos se comunicavam durante todo o percurso; que ficou bem claro que”Indio” havia contratado o transporte; que o acusado Junior Paulista ficou incumbido de trazer o carregamento de fuzis e munições; que existem vários diálogos nesse sentido, dando conta, inclusive, dos valores que seriam repassados através dos “batedores” para a compra do armamento e das munições Foi operado um novo transporte pelo grupo criminoso vindo de Boa Vista, Roraima; que Junior Paulista também a pedido de “Indio” se dirigiu para a cidade do Norte do país para adquirir 15(quinze) fuzis. Indio chegou a mandar uma mensagem para Junior pergutando se ele conseguiria chegar ao Rio de Janeiro em tal data e ele respondeu que não porque estava no meio da Transamazõnica e só conseguia andar a 20km/h. Junior trocou muitas mensagens com “Indio”, inclusive enviando fotos; que mandaram uma foto de uma balsa de Rondônia para Manaus, indicando o veículo em que se encontravam; que eles mantinham com duas pessoas lá, uma de vulgo “Nike” (não qualificado); que eles também mantinham contato com um detento da localidade; que “Nike” seria o responsável para repassar o armamento; que por algum motivo o armamento não foi entregue; que o dinheiro foi repassado para “Nike”, mas ele não entregou o armamento; que depois de algum tempo, o acusado Erasmo, muito ansioso, decidiu retornar; que naquele momento acreditaram que o armamento havia sido repassado. Na negociação no Paraná, o traficante Mentor chegou a dizer que mandaria R$ 25 mil a Júnior Paulista comprar munições de calibres 9mm e 556. ( Em outra conversa, Mentor disse para Junior Paulista que mandou R$76.500,00 para a compra de três fuzis e dez caixas de munição, além de um carregador de Pistola Glock. Hoje, foi noticiado que a Justiça determinou o retorno de Indio do Lixão para o Rio de Janeiro por conta das suas delicadas condições de saúde e da falta de estrutura da penitenciária federal de Catanduvas (PR) para atendê-lo. Foi revelado que ele possuía diversos problemas de saúde em razão de ter sofrido disparos de armas de fogo ao longo dos anos. Em 2015, por exemplo, foi relatado que Índio estaca correndo sério risco de morte estando internado sob custódia policial no Hospital Municipal Doutor Moacyr do Carmo, em Duque de Caxias..

Saiba o que foi encontrado com ex-cabo do Exército preso suspeito de fabricar armas artesanais

Na semana passada, a polícia prendeu um ex-cabo do Exército suspeito de comandar um esquema de venda de armas de fogo artesanais. Salienta-se que, segundo os depoimentos prestados em sede policial, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, foram encontrados na residência do custodiado um fuzil calibre 5,56, sem numeração aparente, um revólver calibre 44, com numeração 5695, 19 (dezenove) munições calibre 44, 14 munições calibre 32, 4 munições calibre 5,56, 3 munições calibre .38, um carregador de fuzil calibre 5,56, diversos projeteis de calibre 38, uma coronha de espingarda, 3 (três) componentes de arma de fogo, 4 (quatro) armas de ar comprimido, 4 (quatro) estojos deflagrados de calibres diversos. De acordo com os policiais, o local dispunha de estrutura montada com bancada, torno, fresa, esmeril, compressor, duas máquinas de solda, ferramentas, insumos e peças metálicas utilizadas para fabricação artesanal de armas de fogo. Segundo a polícia, ele recebia um pagamento mensal dos criminosos em troca de seus serviços O ex-militar consertava armas para as milícias de Nova Iguaçu e também produzia fuzis para vendas na internet por valores que variavam entre R$ 50 mil e R$ 60 mil. A apreensão de farto material bélico e maquinário próprio para fabricação de armas revela a habitualidade da conduta delitiva e o envolvimento do custodiado com atividade criminosa organizada. O ex-militar está com a prisão preventiva decretada. FONTE: TJ-RJ com informações da Agência Brasil

Polícia descobre esquema de fabricação artesanal de fuzis, metralhadoras e munições para posterior venda

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) realizam, nesta quinta-feira (13/11), uma operação para apurar a existência de uma estrutura voltada à fabricação artesanal e ao comércio irregular de armas de fogo, munições e acessórios bélicos. As diligências ocorrem no Rio de Janeiro e no Paraná, com o apoio da Polícia Civil paranaense. O objetivo é o cumprimento de mandados de busca e apreensão. A investigação teve início a partir da análise técnica de dados extraídos de dispositivos eletrônicos apreendidos em fase anterior da operação, submetidos à perícia digital. O conteúdo analisado revelou um expressivo volume de comunicações, trocas de arquivos e registros audiovisuais, demonstrando a existência de negociações frequentes e sistemáticas de artefatos bélicos de uso permitido e restrito, além de insumos destinados à recarga e montagem de munições. No decorrer da apuração, foi possível identificar relações estáveis de colaboração entre fabricantes, intermediários e compradores, que atuavam na produção de munições de calibres diversos e na comercialização de fuzis e metralhadoras de fabricação artesanal. As mensagens interceptadas e os registros financeiros evidenciam lucros elevados (entre 100% e 150%), bem como o uso de transportadoras privadas para o envio clandestino de armamentos, com orientações expressas sobre dissimulação do conteúdo e ocultação da identidade do remetente. Os agentes descobriram, ainda, a existência de pontos de fabricação e armazenamento, onde eram mantidos ferramentas, peças de reposição, insumos e equipamentos de recarga. Parte das armas produzidas ou adquiridas irregularmente foi distribuída a terceiros, sem controle legal. FONTE: PCERJ

Há semanas, polícia monitorava possível chegada de carregamento de armas para o CV no Rio

Há semanas, policiais civis monitoravam possíveis rotas de envio de armamentos ao Rio de Janeiro. A apuração apontou para a existência de um carregamento oriundo do bairro do Brás, em São Paulo, com destino à capital fluminense. Rapidamente, as equipes articularam uma operação, resultando na interceptação do veículo suspeito — um ônibus de turismo — no Posto Fiscal de Nhangapi, em Itatiaia, Sul Fluminense. Durante a revista no interior e no bagageiro do ônibus, foram localizadas três caixas de papelão contendo seis almofadas, cujo peso excessivo levantou suspeita dos agentes. Ao serem abertas, revelaram um arsenal composto por 30 pistolas semiautomáticas de diversas marcas e calibres e 63 carregadores, cuidadosamente embalados e ocultos no interior das almofadas. A quantidade expressiva de armamento demonstra a sofisticação logística e o elevado poder ofensivo das quadrilhas armadas que atuam no tráfico de drogas no Rio de Janeiro. De acordo com as investigações preliminares, a presa teria sido contratada por uma intermediária para transportar o material bélico até o Rio de Janeiro, onde um motorista de aplicativo entraria em contato para recolher as caixas e entregá-las no Complexo do Alemão, reduto histórico da facção Comando Vermelho. A investigação prossegue para identificar os demais integrantes da cadeia criminosa responsável pelo transporte e distribuição das armas. O êxito desta ação reafirma a importância da integração entre agências de segurança e do emprego da inteligência policial como principal vetor de combate ao narcoterrorismo armado no Estado do Rio de Janeiro. FONTE: PCERJ

Polícia apreendeu 30 pistolas que vinham de São Paulo para o Alemão (CV). VIDEO

A Polícia Civil RJ, por meio da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), realizou uma ação de inteligência que interceptou um arsenal que seria levado para o Complexo do Alemão, na Zona Norte RJ. Uma pessoa foi presa em flagrante, e armas de fogo que vinham de São Paulo com destino à comunidade foram apreendidas. A ação contou com o apoio da Operação Foco e da 17ª DP (São Cristóvão). Durante a revista em um ônibus, os agentes encontraram três caixas com almofadas que escondiam 30 pistolas semiautomáticas de diversas marcas e 63 carregadores cuidadosamente embalados. FONTE: PCERJ

Fuzis apreendidos no Alemão e na Penha tem origens em vários países, são de seis modelos diferentes, tinha arma desviada das Forças Armadas e montados com peças contrabandeadas

O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio das Polícias Civil e Militar, realizou uma das maiores apreensões de armas de guerra já registradas em um único dia. O prejuízo estimado ao crime organizado apenas em armas é de R$ 12,8 milhões, conforme levantamento técnico da Coordenadoria de Fiscalização de Armas e Explosivos (CFAE). A megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha resultou na apreensão de 120 armas, sendo 93 fuzis, além de explosivos, munições, drogas e equipamentos militares utilizados pelo Comando Vermelho. O rastreamento conduzido pela Polícia Civil identificou que parte do arsenal tem origem em países diferentes – entre eles Venezuela, Argentina, Peru, Bélgica, Rússia, Alemanha e Brasil – e inclui modelos usados em zonas de conflito, como AK-47, AR-10, G3, FAL e AR-15. O material também contém armas desviadas das Forças Armadas e fuzis montados com peças contrabandeadas ou adquiridas legalmente na internet. – Cada fuzil retirado de circulação representa uma vida salva. Vamos continuar enfrentando quem lucra com o medo e com a morte. O Estado está presente, atuando com rigor e estratégia para enfraquecer o poder do narcotráfico e devolver o Rio de Janeiro aos cidadãos de bem — reforçou o governador Cláudio Castro. O secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, ressaltou que o trabalho de rastreamento é essencial para atingir o núcleo financeiro e operacional das facções. – Estamos diante de um arsenal típico de cenário de guerra. Essas armas são utilizadas nas guerras mais violentas do mundo contemporâneo, como da Síria e Iêmen. Identificar rotas e responsáveis pela chegada dessas armas ao Rio é o próximo passo para enfraquecer o poder bélico das organizações criminosas. O narcoterrorismo se combate com inteligência, integração e ação coordenada, mas também com atuações ostensivas – disse Curi. O delegado Vinícius Domingos, da CFAE, explicou que muitas armas trazem inscrições e símbolos de quadrilhas de outros estados. – Nas gravações e inscrições, encontramos referências a grupos como a Tropa do Lampião, formada por criminosos vindos do Nordeste e associados ao Comando Vermelho. É uma evidência da expansão da facção para outras regiões do país – destacou Domingos. Os fuzis apreendidos estão sob perícia. A Polícia Civil também compartilhará dados com o Exército Brasileiro para rastrear a origem de armamentos desviados. FONTE: Governo do RJ

Veja apreensões anteriores feitas pela PF de armas que pertenciam a quadrilha alvo de operação de hoje em que sete foram presos

Na operação de hoje contra uma quadrilha que fabrica fuzis e vende a traficantes do Rio de Janeiro, a Polícia Federal prendeu sete pessoas.: 2 no RJ e 5 em SP. Foeam apreendidos R$ 158 mil, em espécie, com o casal, líder do bando, em um apartamento de luxo, em frente à praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Segundo a PF, houve a apreensão de cerca de 80 fuzis apreendidos em Agosto/25 em Santa Bárbara do Oeste/SP. Na ocasião, foram apreendidas centenas de peças e componentes para fabricação de armas. Em 09 de setembro de 2024, a PF apreendeu 13 fuzis 5.56, na Via Dutra, enviados de São Paulo pela organização criminosa investigada. O armamento seria entregue no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio de Janeiro. FONTE: Polícia Federal

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