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roubos

Beira-Mar, Marcinho VP e outros chefões do CV tiveram prisões decretadas por crimes patrimoniais na região da Grande Tijuca

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) obteve a prisão preventiva de 20 integrantes da organização criminosa Comando Vermelho, por associação criminosa para a prática de crimes patrimoniais. A denúncia do MPRJ relata que os integrantes da organização criminosa, entre eles os líderes Luiz Fernando da Costa, conhecido como “Fernandinho Beira Mar”, Márcio Santos Nepomuceno (“Marcinho VP”), Ricardo Chave de Castro Lima (“Fú”), Ocimar Nunes Robert (“Barbozinha”), e Wilton Carlos Rabelo Quintanilha (“Abelha”), associaram-se para praticar, reiteradamente, uma série de crimes patrimoniais na cidade do Rio de Janeiro, concentrando suas atividades no roubo de veículos e receptação. Ainda segundo o documento, os integrantes da organização promoveram diversos roubos de veículos na circunscrição distrital da 18ª e da 20ª Delegacias de Polícia, clonando os veículos roubados para serem revendidos ou vendendo suas peças para lojas e ferros-velhos. De acordo com as investigações, a dinâmica dos crimes era composta, além dos líderes da organização, pelos “batedores”, responsáveis por observar e avisar ao grupo que executava os roubos da presença de policiais, pelos “executores”, que efetivamente conduziam o roubo dos veículos, e por integrantes do grupo que eram responsáveis por levar os automóveis roubados a uma das comunidades dominadas pelo Comando Vermelho, com a prévia anuência dos chefes das localidades.

Preso gerente de roubos do CV e segurança de chefe do tráfico

A Polícia Civil prendeu, na noite desta quarta-feira (10), Marllon Victor Verlingue da Silva, o Primo Be, apontado como chefe de uma quadrilha de roubos de veículos e segurança do líder do tráfico do Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, na região central. A ação aconteceu depois de alertas da Central de Vigilância, Inteligência e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública (Civitas) da Prefeitura do Rio. Marllon tinha quatro mandados de prisão em aberto por roubo, associação para o tráfico e receptação. Além disso, constam 24 anotações criminais contra ele. Primo Be é acusado de integrar o tráfico de drogas do Morro dos Prazeres, comunidade controlada pelo Comando Vermelho (CV). Segundo investigações, ele fazia a segurança de Cláudio Augusto dos Santos, conhecido como Jiló, líder da facção na região. Também é apontado como gerente de roubos, sendo o responsável pela “Equipe Honda”, quadrilha de roubos de veículos de luxo na Zona Sul e no Centro.

Saiba detalhes sobre o esquema de roubo de veículos montado por traficantes do Complexo da Penha (CV)

Investigações revelam que o traficante vulgo Parazin é apontado como o chefe de uma celula de roubadores e receptadores de veículos de traficantes do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio, além de realizar a “clonagem” de veículos, ou seja, a adulteraçao dos sinais identificadores. A atividade de roubo de veículos visa o lucro com a comercializaçao dos mesmos, resgate do seguro e suas peças, Para atingir esse fim, Parazin e Gadernal, apontado como o ‘general’ de Doca se valem de uma rede de pessoas que os assessora, fornecendo suas contas bancárias para dar liquidez ao crime. São pessoas que dentro de um contexto de divisao de tarefas são fundamentais para a estrutura criminosa, pois sem elas os criminosos nao obtem o objetivo principal Durante a investigação, foram citadas várias chaves Pix enviadas por Gadernal em nomes de terceiros a Parazin para que ele depositasse o dinheiro referente a venda de veículos roubados. Parazin chegou a enviar fotos de 15 carros roubados em uma semana para o chefe.Gadernal também enviou chaves para o criminoso vulgo Gordo. Há valores de R$ 5.000, R$ 6.000 e até R$ 10.000. As vezes, Gadernal exigia dinheiro na mão. O repasse dos recursos demonstra que os roubadores e receptadores estão associados a facção criminosa, sendo tais recursos pagos a título de permissao e proteçao do Comando Vermelho, que por vezes ainda fornece os armamentos. Alguns veículos são destinados para uso de lideranças do Complexo da Penha. Em uma conversa, Gadernal determinou que um dos veículos fosse levado para o traficante Pedro Bala,.

Preso bandido conhecido como o ‘Terror da BR-040″

Policiais civis da 12ª DP (Copacabana) prenderam, no último sábado (06/09), em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, o líder de uma quadrilha envolvida em roubos de veículos com carga. Segundo apurado, o grupo praticou diversos crimes na Rodovia Washington Luís. Em investigação conduzida pela delegacia, foi possível identificar que homem era o responsável pela obtenção das armas de fogo e veículos utilizados nas empreitadas criminosas. Ele selecionava os alvos, abordava os veículos e ainda negociava as cargas roubadas com os receptadores. A partir de dados de inteligência coletados, os policiais identificaram a área de atuação do criminoso e passaram a monitorá-lo. Ele estava com a prisão preventiva decretada desde 2018. Contra ele, foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva, todos pelos crimes de roubo de carga.

PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de escoltar van roubada por traficantes do Quitungo (CV) até o dono depois deste pagar pelo resgate. Eles não apresentaram o fato na delegacia

Dois PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de escoltarem um veículo roubado por traficantes da comunidade do Quitungo, em Brás de Pina, até aos verdadeiros donos. O fato ocorreu em janeiro. Na ocasião, só foi possível a recuperação do veículo após negociação, de um funcionário da empresa, com um intermediário, tendo o veículo sido liberado, após o pagamento de R$ 26.000,00. O veículo roubado foi recuperado horas após o roubo e, quando foi entregue, teria sido escoltado por uma viatura da PMERJ.Um dos PMs, por meio de seu aparelho de telefo- nia celular, teria conduzido uma tratativa de natureza indevida acerca da entrega do referido veículo. Às 15h17min01seg o CB PM MONDAINI: “fala padrinho, ainda estou aqui, vou demorar um tempinho”; Cumpre salientar que os investigados envidaram esforços, a todo momento, para manter o episódio em absoluta clandestinidade, confiando, em aparente temeridade, que as autoridades jamais tomariam ciência dos fatos gravíssimos narrados. Um dos PMs manteve câmera operacional portátil (COP) constantemente direcionada para baixo, limitan- do intencionalmente a captação das imagens. Todavia, apesar dessa manobra, os registros acabaram por cap-tar diálogos que evidenciam acordos de natureza escusa. Os PMs deveriam reportar o caso à delegacia mas não fizeram.

Presos suspeitos de fazerem familiares de Flávio Bolsonaro de reféns em Resende (RJ)

Policiais civis da 89ª DP (Resende) capturaram, nesta sexta-feira (29/08), dois homens envolvidos no roubo qualificado a membros da família Bolsonaro. A resposta rápida foi dada cinco dias após o crime. As prisões ocorreram no bairro Paraíso, em Resende. Ainda no domingo, dia do roubo, a equipe se reuniu e iniciou as diligências, com busca e análise de imagens, sendo possível identificar inicialmente as características dos veículos utilizados pelos marginais. Foi realizado o acompanhamento e monitoramento dos veículos, sendo possível afirmar a participação na ação de ao menos cinco bandidos. Diligências ocorreram também no estado de São Paulo, a fim de verificar o trajeto tomado pelos criminosos após o roubo. A partir disso, foi possível definir que os autores utilizaram no dia do crime placas furtadas, que foram posteriormente inutilizadas e substituídas por placas originais. Após abandonarem o carro roubado das vítimas, os autores retornaram para Resende e esconderam um dos veículos utilizados na ação, que foi apreendido nesta sexta com os autores. Também foram arrecadados um revólver, munição, simulacro de pistola, toucas ninjas, celulares e trajes usados na empreitada criminosa. Os agentes ainda recuperaram bens subtraídos, que foram reconhecidos pelas vítimas. A investigação segue para localizar e capturar todos os autores do crime

Traficante Coelhão da Serrinha (TCP) empresta armamentos para ladrões de carros e exige percentual de cada delito executado com sucesso

O traficante Coelhão do Complexo da Serrinha, em Madureira, fornecia armamento de uso restrito à quadrilha de roubadores de carro da regi~çao mediante pagamento de percentual fixo a cada roubo executado com sucesso, ou seja, auferia vantagem econômica direta com os crimes cometidos . Coelhão é um indivíduo amplamente conhecido na localidade como braço direito do traficante Lacoste, liderança do tráfico naquela comunidade , com forte poder de articulação e comando operacional sobre ações criminosas da facção, inclusive na gestão do armamento destinado à prática de roubos de veículos. Sua atuação era essencial para a manutenção do ciclo delitivo do grupo, fornecendo os meios materiais para a execução dos crimes. Em um roubo ocorrido este ano, um envolvido preso confirmou que a arma utilizada na execução do roubo – uma pistola Glock, calibre .380, de cor marrom – era emprestada regularmente por Coelhão. O preso, além de confessar sua participação neste roubo, admitiu envolvimento em pelo menos outros seis roubos de veículos cometidos em companhia de seus comparsas, inclusive utilizando o mesmo armamento. Neste roubo, a vítima constatou pelo rastreador que o veículo se encontrava no Morro da Primavera, em Cavalcanti, e pediu ajuda a um mototaxista local para negociar com os traficantes a devolução do seu carro. E fez o pagamento via Pix.

Autores de roubos têm sido mortos em Caxias. Houve pelo menos três casos nas últimas semanas

Duque de Caxias está com onda de assassinatos de praticantes de roubos na cidade. O caso mais recente foi de Vanderson Nascimento que foi perseguido e morto após tentativa de roubo. No último dia 12, ele estava com comparsas em duas motos efetuando roubos. Uma das vítimas reagiu e atirou em direção aos ladrões matando Vanderson. Vitor Feliciano foi morto na porta de sua casa no bairro de Santa Lúcia. Ele tinha histórico de roubos. A família rapidamente cobriu o corpo e impediu que populares registrassem imagens no local. Em um episódio recente, ele e comparsas haviam sido capturados por populares tentando roubar uma moto no bairro do Parque Santo Antônio. Nas últimas semanas, im homem chamado Paulo Roberto foi assassinado no Mangueirão, na Taquara. Ele tinha histórico de roubos a residências na região.

Dois suspeitos foram mortos em confronto com PMs na Linha Amarela

Equipes do 22° BPM (Maré) foram acionadas para checar o possível cometimento de roubos em série na Linha Amarela, altura do Complexo de Comunidades da Maré. No local, os criminosos atiraram contra os policiais e houve confronto. Dois suspeitos foram atingidos e socorridos ao Hospital Federal de Bonsucesso, porém não resistiram aos ferimentos. Foram apreendidos uma pistola, um bloqueador de sinal GPS, munições, três telefones celulares e um veículo. Os demais integrantes do bando fugiram para a Comunidade da Vila do João. Um motociclista foi interceptado suspeito de atuar como batedor do grupo, sendo conduzido à 21ª DP junto aos demais materiais. Um policial foi atingido por um disparo, porém a munição foi contida pelo colete balístico, não ocasionando ferimento. Equipes do 22° BPM e do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) intensificaram o policiamento na região.

Funcionários de transportadoras se aliaram a traficantes no roubo de cargas no Rio. Oito foram presos

Funcionários das transportadoras atuavam em conjunto com narcotraficantes de diferentes comunidades e facções criminosas, tais como Nova Holanda e Vila do João, ambas do Complexo da Maré, na Zona Norte, no roubo de cargas no Rio de Janeiro.Eles são alvos hoje de uma operação da Polícia Civil do Rio. Oito foram presos. Os funcionários de duas transportadores eram responsáveis por fornecer informações privilegiadas aos assaltantes. . De acordo com as investigações, os funcionários, de diferentes escalões e funções, tinham acesso aos dados sigilosos, e sabiam quais cargas eram de maior valor, como joias e eletrônicos. Segundo agentes da especializada, apenas em um ano, foram 11 roubos de cargas com ativa participação dos criminosos, somando um prejuízo de cerca de R$ 3 milhões. FONTE: PCERJ

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