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PCC

Membro do PCC foi preso no Centro do Rio

Foi preso hoje pela Policia Civil um homem acusado de fazer contatos entre o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho. Ele foi capturado no Centro do Rio de Janeiro, após ser monitorado.por dois meses. Regis Alves de Jesus oriundo de São Paulo, é condenado pelos crimes de roubo majorado e corrupção de menores. Ele seria integrante do PCC e mantinha ligação com narcoterroristas do Rio. Ele estava escondido na região Central da capital fluminense, fora de comunidades, com o objetivo de evitar a atenção da policia . O bandido tem extensa ficha criminal, com registros por tráfico de drogas, homicídio, receptação e outros crimes praticados em diferentes estados. FONTE: PCERJ

PCC lava dinheiro em postos de gasolina no RJ

A Policia Civil.do Rio interditou postos de gasolina na capital e São Gonçalo usados para lavagem de dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) De acordo com as investigações, os estabelecimentos fiscalizados fazem parte de um esquema mais amplo e articulado da facção. O mercado de combustível é utilizado como pano de fundo para práticas criminosas, como a lavagem de dinheiro e a expansão das operações no estado do Rio. Segundo os agentes, além da ausência de licença para operar, foi identificada a venda de combustíveis adulterados. Durante as diligências, dois postos de combustíveis foram interditados e lacrados, sendo um em Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e outro em São Gonçalo, na Região Metropolitana. A interdição ocorreu pelo funcionamento sem licença da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e comercialização de combustíveis adulterados. Os funcionários dos estabelecimentos foram conduzidos para prestar esclarecimentos e os proprietários responderão por crime contra a ordem econômica e contra as relações de consumo. FONTE: Polícia Civil do RJ

Mulher presa no velório do marido suspeita de transportar drogas entre o PCC e o CV já havia sido pega em SP após buscar cocaína no PR e levar para o RJ

A mulher que foi presa na última sexta-feira no velório do marido em Itaguaí suspeita de transportar drogas entre as facções Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho havia sido pega em 2022 na Marginal da Rodovia Presidente Dutra, 165, Parque Meia Lua, na Comarca de Jacareí (SP) junto de um homem transportavam drogas, entre estados da federação, com o fim de entregar a consumo de terceiros, consistentes em 8 (oito) barras de cocaína, pesando 8,855kg, Segundo foi apurado na época, quando dos fatos policiais rodoviários federais efetuavam bloqueio na Rodovia Presidente Dutra quando abordaram o veículo Ford KA SE, de cor preta e placas LSY 9H77, conduzido pelo homem tendo a moça como carona. Efetuada as revistas de praxe foram encontradas, no assoalho do veículo, aos pés da denunciada, um saco plástico contendo oito barras de cocaína, com peso de 8,855 kg. Em poder do denunciado ainda foram encontrados três aparelhos de telefonia celular, das marcas Samsung, Microsoft e Asus, bem como R$ 1600,00 reais em dinheiro. A bordo do automóvel ainda se encontrava a filha da mulher, que conta com um ano de idade. Ou seja, a prática envolveu criança que tinha suprimida a capacidade de entendimento e determinação, ante a tenra idade. Apurou-se na ocasiçao que os denunciados saíram do Estado do Rio de Janeiro e se dirigiram até o Estado do Paraná, onde pegaram a droga e a transportavam para o Rio de Janeiro. A mesma mulher também foi pega em 2023 quando transportava drogas do Complexo do Chapadão para a comunidade do Sem Terra, em Itaguaí, FONTE: Tribunal de Justiça de São Paulo e TJ-RJ

Presa em velório de marido traficante, mulher que transportava drogas entre o CV e o PCC

Foi presa ontem uma mulher que realizava o transporte de drogas entre organizações criminosas do Rio de Janeiro e de São Paulo. De acordo com as investigações, a criminosa é a pessoa de confiança desses narcotraficantes e agia com o objetivo de expandir a atuação entre os dois estados. A mulher era a responsável por realizar o transporte de drogas entre as principais organizações criminosas do Rio de Janeiro e de São Paulo, CV e PCC. O companheiro da presa era integrante do Comando Vermelho e foi morto durante confronto armado, na comunidade do Sem Terra, no município de Itaguaí, na última quinta (10). A criminosa foi capturada durante o velório do narcotraficante, no Centro na região da Baixada Fluminense. Segundo os agentes, a mulher já havia sido presa, em 2022, por transportar 9 quilos de entorpecentes de São Paulo para a comunidade do Lins, na Zona Norte do Rio. A segunda prisão da criminosa foi em 2023, quando ela foi flagrada levando mais de 2000 cápsulas de cocaína para o estado paulista. A prisão faz parte de uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. O principal objetivo dessa operação é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, já foram bloqueados bens e valores de R$ 5 milhões do CV. FONTE: Polícia Civil do RJ

Em resposta à suposta união do PCC com o CV, circula boato de formação de aliança entre várias facções no Brasil

Circula nas redes sociais fotos e vídeos de uma suposta nova aliança criminosa que pode estar se formando no Brasil. Seria uma resposta das facções regionais à União do PCC e CV. O suposto pacto envolveria o Sindicato do Crime no Rio Grande do Norte, GDE (Guardiões do Estado) do Ceará, TCP do Rio, ADE (Amigos do Estado)de Goiás, BDM (Bonde dos Malucos) da Bahia, Nova Okaida da Paraíba, além de informes do B40 do Maranhão. Aliás, uma página da região afirma que PCC e CV ainda estariam se enfrentando no Ceará enquanto que o GDE e o TCP estariam unidos no Estado. FONTE: Páginas Submundo Criminal e TV Periferia CE (Twitter)

Após surgirem informações de que Marcinho VP seria contra, apareceu nova evidência de trégua entre o PCC e o CV

Após surgir no final de semana passado informações de que o líder máximo do Comando Vermelho Marcinho VP teria dito que o Primeiro Comando da Capital sempre será inimigo, apareceram novas evidências de que a suposta trrgua entre as duas facções pode ser para valer. Circulou novo comunicado sobre o pacto inclusive com o pedido do PCC para que presos sejam transferidos para presídio que abriga detentos do CV. A mensagem diz que após dez anos os dois grupos colocaram fim a uma guerra e estào refazendo nova aliança. O apresentador Tino Júnior afirmou em suas redes sociais de que, do lado do PCC, o “Grupo dos 14” intermediou as conversas. Já pelo CV, Pezão, Paulista, o Professor (Complexo do Alemão), Doca, 2D e Pedro Bala (Complexo da Penha) foram os representantes. A motivação: afrouxar as regras do sistema penitenciário federal, não interferir nas rotas do tráfico internacional de ambos e compartilhar fornecedores e rotas nacionais para a entrega de drogas no país. O acordo já estaria em vigor, e o comunicado está circulando por mensagens por todo o Brasil. FONTE: Pagina Submundo Criminal (Twitter)

Polícia de SP confirma que mandantes da morte de delator do PCC estão escondidos na Vila Cruzeiro, quartel-general do CV no Rio

As autoridades da segurança pública de São Paulo afirmaram que os três foragidos ainda suspeitos da morte do delator do PCC  Antônio Vinicius Gritzbach no Aeroporto de Guarulhos em novembro estão escondidos na comunidade da Vila Cruzeiro, na Penha, na Zona Norte do Rio, área do Comando Vermelho. Entre eles, um dos mandantes do crime,  Emílio Carlos Gongorra Castilho, o Cigarreiro e um homem que seria olheiro do PCC.  Cigarreiro teria sido roubado após Gritzbach desfalcar a facção criminosa em milhares de reais quando lavava dinheiro para o PCC. A relação de Cigarreiro com a facção carioca é antiga. Em 2008, quando foi preso em flagrante, a investigação revelou a existência de quatro grupos que compunham a organização criminosa, voltada para o tráfico de drogas: a) grupo de comando e articulação, estabelecido na cidade de São Paulo/SP (ligados ao PCC); b) grupo de fornecedores da droga no Estado de Mato Grosso do Sul; c) o grupo dos fornecedores de produtos químicos (ligados ao PCC); d) grupo destinatário do entorpecente no Rio de Janeiro/RJ (ligados ao CV).  Mesmo preso, Emílio continuou comandando os negócios ilícitos da organização criminosa, especialmente o tráfico de entorpecentes.  Anos depois, a polícia descobriu que Emílio, que tinha o vulgo de Bill, e a esposa coordenavam um grande esquema criminoso relativo ao tráfico de cocaína, de armas e munições. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo divulgou as seguintes informações sobre a investigação O trabalho minucioso e integrado entre as Polícias Civil, Militar e Técnico-Científica resultou, desde a data do crime até agora, na prisão de 26 envolvidos, são eles:  • 17 policiais militares; • cinco policiais civis, presos na Operação Tacitus por suspeita de envolvimento com organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva; • quatro pessoas suspeitas de relação com o homem apontado como integrante da facção criminosa e que teria atuado como “olheiro” no dia do crime, que ainda está foragido. As investigações permitiram que as equipes descobrissem novas provas e identificassem mais envolvidos, o que levou a Justiça a expedir os mandados cumpridos hoje. A operação segue em andamento. Atuação da força-tarefa na identificação dos suspeitos A Secretaria da Segurança Pública (SSP) montou uma força-tarefa para alinhar as investigações entre o DHPP, as corregedorias das Polícias Civil e Militar, bem como as informações sobre os exames periciais realizados no aeroporto e nos aparelhos celulares dos suspeitos de envolvimento no homicídio por meio da Polícia Técnico-Científica.  Os policiais usaram tecnologias de ponta como ForenScope 4K — que detecta fragmentos biológicos —, e uma aparelhagem responsável por realizar levantamento 3D de todo o local do crime — o que permitiu fornecer detalhes da trajetória balística —, além de outros equipamentos que colaboraram com a elucidação dos fatos. Kauê do Amaral Coelho foi o primeiro identificado. Ele atuou como “olheiro” no dia do crime e informou aos atiradores o momento em que a vítima estava saindo do saguão do aeroporto. A SSP oferece R$ 50 mil por informacões que levem ao suspeito., que segue foragido. A namorada dele foi presa em janeiro. Posteriormente, um homem que teria auxiliado os atiradores a fugir também foi identificado e preso.  No último mês, a Corregedoria da Polícia Militar deflagrou uma operação contra policiais militares suspeitos de envolvimento com o delator. Na ocasião, foram cumpridos 15 mandados de prisão e sete de busca e apreensão. Outros dois PMs foram presos logo na sequência. Entre os detidos estão suspeitos de serem os atiradores e motorista no dia do crime. Policiais civis que se envolveram em esquemas criminosos com Gritzbach, que era acusado de lavar dinheiro para uma facção criminosa, também foram detidos. As investigações prosseguem para esclarecer a dinâmica dos fatos e identificar novos envolvidos. As apurações correm sob sigilo e detalhes serão preservados para não prejudicar os processos. FONTE: Secretaria de Segurança do.Estado de São Paulo

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