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homicidio

Jovem executada por traficantes do CV em Friburgo estava jurada de morte por ser considerada ‘inimiga da facção’

A polícia concluiu que o assassinato de Maristela Emerique de Carvalho, de 23 anos, ocorrido em outubro, em Nova Friburgo, foi motivado pelo fato de a vítima ser considerada inimiga da facção criminosa Comando Vermelho Maristela estava jurada de morte peo CV sob acusação de colaborar com grupo rival, o Terceiro Comando Puro (TCP) ajudando o grupo a tomar bocas de fumo. Segundo as investigações, Haron, namorado da vítima, foi incumbido por Gabriel, líder do tráfico local, de levá-la ao cemitério de Riograndina, onde os demais aguardavam. No local, a vítima foi contida com o auxílio de Sophia e Rômulo, impedida de fugir e posteriormente entregue a Max Miller e Diveneta, que a colocaram em um veículo e a executaram com disparos de arma de fogo em via erma. Ela foi morta com dois disparos, um na cabeça e um nas costas. O corpo foi ocultado atrás de entulhos às margens da estrada Riograndina-Banquete, dificultando sua localização. Com efeito, há indícios de que os autores, todos vinculados ao tráfico de drogas, agiram de forma premeditada praticando homicídio qualificado por motivo torpe e mediante traição, seguido de ocultação de cadáver, em contexto de associação criminosa armada, com o objetivo de eliminar pessoa considerada “inimiga” da facção. A execução sumária de uma mulher sob pretexto de “disciplina” do tráfico demonstra a capacidade de intimidação do grupo e a sua influência sobre a comunidade local, impondo terror e desordem. Cinco suspeitos chegaram a ser detidos por envolvimento no crime O caso ganhou grande repercussão na cidade na época quando familiares procuraram a delegacia para comunicar o desaparecimento e passaram a divulgar a foto dela nas redes sociais. Maristela havia saído de casa na companhia do namorado e não retornou para casa, causando preocupação na família pois não era comportamento habitual.

Mulher morreu esfaqueada em assalto no BRT

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Priscilla Da Silva Almeida esfaqueada durante um assalto no BRT Trransbrasil. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do Batalhão de Vias Expressas, policiais militares foram acionados para uma ocorrência de roubo, nesta quinta-feira (25/12), no BRT estação Rubem Vaz, altura de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. No local, de acordo com informações preliminares, duas vítimas ficaram feridas por arma branca (faca) e socorridos ao Hospital Salgado Filho. Uma mulher não resistiu aos ferimentos e a outra vítima foi atendida e liberada. Ocorrência a cargo do BRT Presente.

Polícia prendeu assassino de PM em hospital

Menos de 24 horas após o crime, policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prenderam o criminoso que assassinou um policial militar, no início da manhã desta quarta-feira (24/12), no Méier, Zona Norte do Rio. Ele foi capturado em um hospital, na Região Central da cidade.  De acordo com as investigações, bandidos em uma motocicleta tentaram roubar o policial militar, que reagiu ao assalto. Durante a ação criminosa, houve confronto e o agente foi alvejado. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado a uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos. Após o crime, por meio da troca de informações de inteligência com policiais militares, a DHC identificou que um homem havia dado entrada em uma outra unidade hospitalar com ferimento provocado por disparo de arma de fogo. Em ação rápida, equipes da delegacia iniciaram diligências para apurar o caso. Agentes realizaram perícia no local e analisaram imagens de câmeras de segurança, que apontaram o envolvimento do homem ferido .Diante dos fatos, os policiais civis foram ao local e abordaram o homem, que confessou ter efetuado o disparo que vitimou o policial militar. Ele foi autuado em flagrante.As investigações continuam para identificar e capturar o segundo envolvido no crime, responsável por conduzir a motocicleta utilizada no assassinato.

Soldado caiu no ‘tribunal do CV’ após perder um fuzil apreendido pela PM. Corpo teria sido jogado na Baía de Guanabara

Segundo publicação do jornalista Bruno Assunção, um soldado do Comando Vermelho foi levado ao chamado “tribunal do tráfico” nas últimas horas após perder um fuzil durante uma operação da Polícia Militar. De acordo com o jornalista, o crim!noso, conhecido como “Kika”, chegou a ser preso, e o armamento apreendido. Horas depois, ele foi liberado da delegacia, mas o fuzil permaneceu sob custódia da polícia. Fontes da polícia ouvidas pelo repórter afirmaram que Kika não conseguiu repor o armamento e já era alvo de insatisfação dentro da própria facção por outros erros. Por isso, teria sido levado ao tribunal do tráf!co, realizado dentro da favela da Kelson, na Penha, onde acabou “jogado fora” — expressão usada pelos crim!nosos para indicar a execuç4o de alguém. A mãe do traficante procura pelo corpo do filho na comunidade, mas segundo relatos, ele teria sido jogado na Baía de Guanabara.

Mulher morreu baleada quando estava em Uber em comunidade em guerra em Niterói

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga a morte de Cintia Regina Guimarães dos Santos. Segundo informações que circulam nas redes sociais, ela morreu após ser baleada dentro de um Uber na Comunidade da Palmeira, no Fonseca, em Niterói, que tem sido palco de disputas entre o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro. Cíntia faleceu por volta das 3h desta madrugada de quarta-feira (24), no Hospital Estadual Azevedo Lima.  A vítima chegou em estado gravíssimo na unidade de saújde. Diligências estão em andamento para apurar os fatos e identificar a autoria do crime.

Mais um PM foi morto no Rio

Um policial militar morreu na manhã desta quarta-feira (24) durante uma tentativa de assalto no Engenho Novo, Zona Norte do Rio. Ele foi abordado por criminosos que tentaram roubar sua motocicleta e acabou sendo baleado. Este é o segundo policial morto em menos de 24 horas no estado. Na terça-feira (23), um PM reformado também foi morto a tiros em Padre Miguel, na Zona Oeste. Os casos estão sendo investigados pela Delegacia de Homicídios da Capital. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou a motivação dos crimes. Ó PM morto hoje foi identificado como o 3º sargento Belk Viana Thomaz, de 39 anos

Traficantes mataram PM reformado em Niterói porque ele teria supostamente feito atos libidinosos em via pública

Os traficantes do bairro Maria Paula, em Niteroi, sâo sudpeitos dr matar o PM reformado Pedro Carlos Nascimento entre os dias 17 e 19 de feveteiro. O corpo da vítima foi encontrado em estado avançado de carbonização, na forma de ossada.  A infração penal foi cometida por motivo fútil, uma vez que os denunciados agiram logo após tomarem ciência de que a vítima, supostamente, estaria praticando atos obscenos em via pública.  Os criminosos atearem fogo no veículo automotor, marca “Fiat, modelo “Uno”, cor branca, placa KYN-5303), sendo certo que o corpo da vítima se encontrava no interior do automóvel”.  O disque denúncia informou que os bandidos vulgos “Bigodinho”, e Amaral” foram os traficantes do alto do morro e foram responsáveis por atear fogo no Fiat Uno, resultando na morte de um policial militar.  A polícia chegou a prender quatro suspeitos do crime, entre eles duas mulheres.  Um policial militar  declarou que conhecia a vítima por terem trabalhado juntos na área de segurança, relatando o último contato no dia dos fatos. Informou não ter conhecimento de ameaças, conflitos ou desavenças envolvendo a vítima, tampouco soube indicar autoria ou motivação do crime.  Os diálogos apenas indicam que o indivíduo conhecido como “Bigode”, apontado como chefe do tráfico local, teria determinado que terceiros fossem verificar as supostas importunações relatadas pelas testemunhas,Pedro Carlos seguia para sua casa em Itaipuaçu, Maricá, quando foi rendido por criminosos. Imagens obtidas pela polícia mostraram o carro dele Os traficantes do bairro Maria Paula, em Niteroi, sâo sudpeitos dr matar o PM reformado Pedro Carlos Nascimento entre os dias 17 e 19 de feveteiro. O corpo da vítima foi encontrado em estado avançado de carbonização, na forma de ossada.  A infração penal foi cometida por motivo fútil, uma vez que os denunciados agiram logo após tomarem ciência de que a vítima, supostamente, estaria praticando atos obscenos em via pública.  Os criminosos atearem fogo no veículo automotor, marca “Fiat, modelo “Uno”, cor branca, placa KYN-5303), sendo certo que o corpo da vítima se encontrava no interior do automóvel”.  O disque denúncia informou que os bandidos vulgos “Bigodinho”, e Amaral” foram os traficantes do alto do morro e foram responsáveis por atear fogo no Fiat Uno, resultando na morte de um policial militar.  A polícia chegou a prender quatro suspeitos do crime, entre eles duas mulheres.  Um policial militar  declarou que conhecia a vítima por terem trabalhado juntos na área de segurança, relatando o último contato no dia dos fatos. Informou não ter conhecimento de ameaças, conflitos ou desavenças envolvendo a vítima, tampouco soube indicar autoria ou motivação do crime.  Os diálogos apenas indicam que o indivíduo conhecido como “Bigode”, apontado como chefe do tráfico local, teria determinado que terceiros fossem verificar as supostas importunações relatadas pelas testemunhas,Pedro Carlos seguia para sua casa em Itaipuaçu, Maricá, quando foi rendido por criminosos. Imagens obtidas pela polícia mostraram o carro dele entrando no bairro e, horas depois, sendo escoltado por motocicletas até o local onde foi incendiado. Um outro suspeito do crime, vulgo MT, foi morto em confronto com a PM.entrando no bairro e, horas depois, sendo escoltado por motocicletas até o local onde foi incendiado. Um outro suspeito do crime, vulgo MT, foi morto em confronto com a PM.

Traficantes do CV em Meriti mataram usuário de drogas que furtava casas de moradores para sustentar seu vício e havia ido para o TCP

Os traficantes Suel e Novinho do Comando Vermelho.estso com as prisões preventivas decretadas desde o dia 19 pelo homicidio de um homem que furtava casas dos moradores para sustentar seu vicio em drogas e era ligado ao Terceiro Comando Puro. O crime ocorreu em fevereiro no Morro da Baiana, em São João de Meriti Um vizinho  da vítima Eduardo, disse, em sede policial  que na área onde mora sofre influência da facção Comando Vermelho, que Eduardo era usuário de drogas e furtava objetos da casa de moradores para sustentar seu vício e que, antes de ser morto, entrou para a facção Terceiro Comando Puro e era de conhecimento de todos da região, inclusive dos traficantes da “Baiana”,chegaram a ameaça-lo de morte. Disse, ainda, que no dia 18 de fevereiro de 2025, por volta de 14h30min, o declarante estava em casa, ao lado da casa de Eduardo, quando escutou diversos disparos de arma de fogo e, seguindo até o portão, avistou uma motocicleta com dois homens, e um deles com arma um punho, saindo da casa de Eduardo, sendo que o homem que pilotava a motocicleta era o nacional conhecido como “Suiel  traficante da facção Comando vermelho que aterrorizava a região e que o homem que estava com arma em punho é conhecido como “Novinho como sendo o homem que saiu da casa de Eduardo com uma arma em punho. 

Traficante do CV que saiu da cadeia em agosto é suspeito de ter dado ordem para matar PM em Rio Bonito. Conhecido por sua repressão ao crime, policial recebeu oferta de propina mas não aceitou e foi jurado de morte

Processo na Justiça revela trama para assassinar o PM Flávio dos Santos Duarte Teixeira, achado morto no Km 265 da Rodovia BR-101, em Rio Bonito. em 5 de novembro. O homicídio teria sido ordenado por traficantes locais, ocupantes de cargos elevados na hierarquia do Comando Vermelho, em represália à atuação da vítima como policial militar altamente combativo ao tráfico de drogas. A vítima estava sendo monitorada por ser alvo de insatisfação entre os traficantes por conta de sua atuação altamente dedicada na repressão ao tráfico de drogas nas cidades de Tanguá e Rio Bonito. Ambas as testemunhas pontuaram que teria havido proposta de suborno para reduzir sua atuação no combate ao tráfico de drogas na comunidade conhecida como Parque Andreia, em Rio Bonito, assim como “jurada de morte” por traficantes de Tanguá. Duas semanas antes do crime, os traficantes Negão e Jefferson fizeram chamado de video com Canela para buscarem informações sobre Teixeira, com o objetivo de matá-lo”. Um investigado que foi preso ao depredar a sede da 3ª CIA do 35º BPM (fls. 237), em suas declarações, verificou-se tom ameaçador empregado ao se referir a ordens emitidas pelo Canela que é apontado como liderança da facção criminosa supracitada na cidade de Tanguá, que se encontra evadido do sistema prisional desde agosto do presente ano Imagens de câmeras de segurança dos estabelecimentos comerciais registraram o trajeto de uma motocicleta percorrendo inicialmente no sentido Rio Bonito e posteriormente na direção oposta, rumo a Tanguá ou Itaboraí em horários próximos ao crime Vale destacar informações sobre a investigação apontando que um criminoso teria sido visto festejado como executor do crime na comunidade conhecida como Reta Velha, em Itaboraí. ]O fato é que a vítima provocou insatisfação entre nos chefes do tráfico e drogas de Tanguá e das comunidades de Nova Cidade e Parque Andrea, em Rio Bonito, por conta de sua atuação combativa, havendo indicação de que teria havido proposta de pagamento de propina, prontamente negada, para alteração de sua conduta. Diante da negativa, a vítima teria sido “jurada de morte”. Tais versões são corroboradas pela gravação de um dos investigagdos em que este relata ordens emitidas por Canela, liderança da facção criminosa na cidade de Tanguá, que se encontraria evadido do sistema prisional desde agosto do presente ano, para execução da vítima. Destaque-se, ainda, a informação de que teria havido uma chamada de vídeo entre os investigados para tratar da execução de policiais que com sua atuação prejudicavam a facção criminosa, ressaltando-se que o Policial assassinado residida em área controlada pela facção criminosa Comando Vermelho, onde também teria prejudicado o comércio de entorpecentes com sua conduta. Todos estes elementos conduzem à validade da linha investigativa, entendendo-se por demonstradas fundadas razões que levam à provável autoria ou participação dos “donos” do tráfico de drogas das localidades de Parque Andrea e Nova Cidade, em Rio Bonito, e da Cidade de Tanguá. Saliente-se que as células do Comando Vermelho em atuação nas Cidades de Tanguá e Rio Bonito notoriamente são vinculadas à comunidade da Reta Velha, em Itaboraí, indicando dinâmica altamente complexa e bem executada que poderia ter envolvido as três sucursais. Foram decretadas as prisões preventivas de Canela, Rafael Negão e Jefinho pelo crime,

BARRA MANSA: Morador de área do TCP foi morto por frequentar comunidade dominada pelo CV

Kauã Fonseca Costa, de 20 anos, foi morto em agosto por traficantes do Comando Vermelho em Barra Mansa por morar em comunidade dominada pelo Terceiro Comando Puro e frequentar a área dominada por facção rival, o que levou os bandidos a acreditar que ele estaria passando informações para os inimigos. Kauã também foi executado porque estaria mantendo relacionamento amoroso com uma prima de uma pessoa próxima dos traficantes. Uma testemunha narrou que estava com Kauã em uma festa no bairro do Boa Vista III quando uma mulher avisou que um dos traficantes queria se encontrar com a vítima em uma boca de fumo. Temendo por suas vidas, a testemunha deixou a festa para buscar sua motocicleta, visando se retirar do local com seu amigo Kauã, mas que ao retornar, visualizou o momento em que um dos criminosos puxou a vítima, retirando-a do local do evento, sendo que a testemunha, ao tentar se aproximar do seu amigo e impedir a execução do crime, foi contido por um outro bandido que o segurou pelo braço, para impedi-lo de ir em auxílio, facilitando, assim, o atentado contra a vida de Kauã. Um dos traficantes teria desferido diversos disparos de arma de fogo em direção de Kauã, causando-lhe lesões corporais que foram a causa eficiente de sua morte. Era de conhecimento da testemunha que os criminosos queriam matar Kauã, o qual, por estar em um possível relacionamento amoroso com a prima de um terceiro próximo dos acusados, estaria frequentando o bairro Boa Vista III, e que por frequentar tal bairro, os acusados acreditavam que a vítima poderia estar passando informações para a facção rival. Também narra que quando soube que a vítima foi convidada a ir numa festa no bairro, disse-lhe para não ir, pois “…Os caras estão na maldade com ele”. Outros elementos informativos também, especialmente os prints de conversa de id. 171, apontam que o crime teria sido cometido em razão de a vítima residir em área controlada pela facção criminosa “Terceiro Comando Puro – TCP”, isto é, no bairro Nove de Abril, enquanto o local dos fatos, bairro Boa Vista III, seria região de atuação da malta criminosa rival “Comando Vermelho”, da qual os acusados seriam integrantes. De acordo com a Polícia Militar, Kauã foi baleado na coxa e no peito. Ele não tinha passagens criminais Apenas um traficante está com a prisão preventiva decretada acusado do crime.

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