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denúncia

De ovo até cigarro. Veja lista de supostos itens que comerciantes estariam sendo obrigados a comprar com integrantes da maior milícia do RJ

Foi divulgada nas redes sociais uma suposta lista de itens que comerciantes estariam sendo obrigados a comprarem com integrantes da maior milícia do Rio que age nos bairros de Santa Cruz, Campo Grande, Cosmos, Paciência e Guaratiba e que tem como chefe hoje PL ou Jorjão. Detalhe: os produtos são vendidos pelos criminosos ao dobro do preço.

Jovem foi espancada até a morte em Senador Camará (TCP) por se recusar a se relacionar com traficante

Uma jovem foi assassinada por traficantes em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Sther Barroso dos Santos, de 22 anos, teria se recusado a deixar um evento na comunidade na companhia de um bandido Houve confusão. E os criminosos levaram a vítima para um outro local onde a espancaram até a morte com pedaços de madeira. O corpo foi deixado na porta da casa dela. A denúncia publicada pelo jornalista Bruno Assunção aponta o envolvimento do traficante Coronel.do Muquico. .

Miliciano citado em inquérito que investigou braço político do maior grupo paramilitar do RJ estaria envolvido em guerra em Santa Cruz

O miliciano que teve convesa vazada na Internet negociando o apoio de um colaborador para obter informações sobre quadrilha rivaç foi citado em inquérito qie apurou o braço político da milícia de Zinho. Segundo a organização da milícia, ele teria por direito o comando das comunidades da João 23 e Horto, em Santa Cruz, que já estiveram sob seu domínio no passado mas que hoje estão sob comando do grupo inimigo liderad por Vaguinho que tem o apoio de Juninho Varão Na conversa com o colaborador, o miliciano cita o nome de PL, que hoje comanda o bando de Zinho, e pede ao colaborador um voto de confiança e que ninguém vaif ficar sabendo da sua ajuda. O colaborador afirmou que tem muita gente da Baixada, do Juninho Varão, morando na Reta da João 23 e o miliciano disse que já estava savendo porque tem outros informantes. O miliciano disse que eles precisam se unir para poderem entrar nas áreas rivais como já vêm entrando. Faloui que é questão de tempo em razão das ‘porr.1 que vêm dando. Chegiou a falar que ”é tudo nosso’ e o ‘bagulho é todo meu’ e que ‘está para acontecer outras paradas’. Falou também que o ‘lado certo é aqui’ e o ‘Varão é um cara da Baixada e quer dominar tudo.’. No diálogo, o miliciano afirmou ainda que rompeu com Vaguinho alegando que ele era um cara difícil de lhe dar e que o rival se apoiou no Varão porque não tinha ninguém para lhe ajudar.

Peixão (TCP) estaria escondido na Zona Oeste e teria planos para a região

Circulam nas redes sociais boatos de que o traficante Peixão estaria refugiado em Senador Câmara, na Zona Oeste do Rio onde teria sido formado pelo Terceiro Comando Puro o complexo de favelas chamado Cidade de Davi. Peixâo teria deixado o Complexo de Israel após sucessivas operações no .local e sumiu da mídia nas últimas semanas. Há informes que carecem de confirmação oficial de que o bandido estaria tentando junto com outros integrantes da facção convencer os milicianos do Catiri; em Bangu, a levantar de vez a bandeira do.TCP. Com isso, segundo a denuncia, o Catiri serviria de base para uma futura invasão na Vila Kennedy (CV). E com esse território conquistado tambem, o TCP . formaria mais um complexo e daria também um nome bíblico: o Reino de Judá. A conferir.

CV impôs regras em comunidade tomada da milicia em Manguinhos

A comunidade do Amorim, em Manguinhos, foi tomada recentemente pelo Comando Vermelho, que expulsou a milícia da região e impôs novas regras aos moradores, como retirada de câmeras de segurança, proibição de contato com policiais e exigência de baixar vidros e apagar faróis ao entrar de carro. Apesar de pequeno, o local é estratégico por sua proximidade com a Avenida Brasil, a Linha Amarela e o conjunto de Manguinhos. O CV também é investigado por extorsão a moradores e comerciantes. A área fica próxima à Fiocruz e ao Hospital Federal de Bonsucesso, em meio à disputa entre facções e milícia.

Miliciano ligado a sucessor de Zinho disse que Juninho Varão quer dominar a Zona Oeste do Rio

Miliciano ligado a PL, sucessor de Zinho, disse que Juninho Varão, que controla áreas na Baixada Fluminense, quer dominar as suas áreas na Zona Oeste do Rio. Em conversa vazada na internet, ele apareceu negociando o apoio de um colaborador para passasr informações sobre a quadrilha rival liderada por Vaguinho e que conta com o apoio de Varão. Esse informante afirmou que tem muita gente do Varão morando em comunidades de Santa Cruz. O miliciano ligado a PL disse que tem outras fontes que lhe passariam informações sobre o bando rival  inclusive sobre os carros usados pelos oponentes.  Disse ainda que tem dado ataques contra os rivais e que muita coisa está para acontecer ainda na região de Santa Cruz. Esse miliciano flagrado na conversa é figura antiga na Liga da Justiça e tenta recuperar áreas que eram dele e que estão com Vaguinho e tomar outras.

No Sul, Diaba Loira era conhecida como Pitbull. Foi batizada em facção catarinense e participou de planejamento de homicídio

Em seus tempos de Santa Catarina, a traficante Diaba Loira que ainda não tinha esse apelido era conhecida como Pit ou Pitbull. A criminosa atuava na comercialização de substâncias entorpecentes e se utilizava das redes sociais para a divulgação da respectiva atividade, nas quais se identifica como “Bull SJ” Diaba Loira realizava a venda de drogas na modalidade de tele-entrega, ofertando-as a quem interesse tivesse, por meio de publicações em sua rede social instagram Em certa ocasião, ela saiu e retornou para casa por diversas vezes no mesmo dia, possivelmente para não perder grande quantidade de droga ou ser presa pelo crime em questão. Lá em SC, Diaba Loira integrava a facção criminosa conhecida como Primeiro Grupo Catarinense (PGC), grupo criado em 2003 e composto por aproximadamente dois mil integrantes, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem patrimonial de qualquer natureza, por meio da prática de crimes graves, em especial o tráfico de drogas e outros cujas penas máximas são superiores a 4 (quatro) anos, com âmbito de atuação em todo o Estado de Santa Catarina, e com atuação inclusive na Comarca de Tubarão. A criminosa chegou a ser presa com uma pistola calibre .380 e vinte munições, além de algumas porções das substâncias ilícitas cocaína e maconha quando estava a serviço do PGC . Após a autorização judicial pela quebra de sigilo dos dados do celular, foram extraídos diversos elementos probatórios que dão conta da integração de organização criminosa por parte dela. Em análise das conversas no celular apreendido, consta que a acusada Eweline passou por ritual de iniciação, comumente referido como “batismo” dentro da facção criminosa à qual decidiu se integrar. Essa cerimônia foi conduzida por um indivíduo conhecido pela alcunha de “Bruxo”, que atribuiu para ela o codinome de “Pitbull”. Ela ainda declarou sua participação no tráfico de drogas na localidade Morro do 25, em Florianópolis/SC. Diaba Loira tamném participou de um meticuloso planejamento para a realização de um crime de homicídio na localidade da Lagoa da Jaguaruna consistentes no reconhecimento do local e formulação de estratégias para a execução do delito. Todavia, o crime não se concretizou devido à intervenção policial, que resultou em prisões na época..

Os detalhes da atuação da maior milícia da Baixada Fluminense: a entrada para a política, lavagem de dinheiro e as descrições das execuções cometidas pela quadrilha, em uma delas os bandidos decapitaram seis pessoas ao mesmo tempo

A milícia chefiada por Juninho Varão hoje começou a sse expandir a partir de 2020 quando policiais civis foram informados, por moradores e comerciantes de cidades da Baixada Fluminense, como Seropédica e Nova Iguaçu, estava, extorquidos pelos milicianos da área. De acordo com populares, na época, um determinado grupo de milicianos teria espraiado seus domínios por diversos bairros do município de Seropédica, ostentando ostensivamente armas de fogo, ameaçando e extorquindo a população local, cobrando taxas abusivas sobre serviços essenciais como água, luz, gás, TV a cabo, transporte e segurança, além de estarem invadindo terrenos e casas pertencentes de terceiros, a fim de realizar e comercializar construções ilegais Na ocasião, o grupo ainda era chefiado por Tandera e seu irmão Delsinho seria o seu “braço direito”, o segundo homem na cadeia hierárquica da organização. Com o passar do tempo, a quadrilha foi se avolumando em tamanho, complexidade e estrutura, passando a contar com dezenas de “funcionários” e “colaboradores”, os quais atuam de maneira escalonada, em diferentes níveis hierárquicos e com diferentes funções, mas todos unidos pelo propósito de trabalhar em prol da organização criminosa. A organização criminosa passou a ser responsável por diversos crimes ocorridos na região, como homicídios, sequestros, agiotagem, extorsões a moradores, comerciantes, motoristas de van e mototaxistas, esbulho possessório de residências e terrenos, monopólio sobre atividades comerciais inclusive lícitas objetivando lavagem de capital, roubos de cargas, roubos e clonagem de veículos, “grilagem de terras”, construção irregular e venda de empreendimentos imobiliários ilegais, ameaças, entre outros. Ainda líder do grupo, Tandera passou a imiscuir-se na política dos municípios de sua área de influência, patrocinando e apoiando candidaturas locais, tudo isso mirando a obtenção de vitórias em futuras licitações e contratos administrativos, além do controle de Secretarias de governo O plano era o seguinte: os milicianos apoiavam e auxiliavam candidatos em suas campanhas, sendo que, em troca, acaso eleitos, tais políticos deveriam agraciar a organização criminosa com cargos públicos e contratos administrativos recebidos em decorrência de licitações fraudulentas. Varão, Tandera e outros milicianos participaram de encontros com políticos das regiões por ele dominadas (pré-candidatos às eleições em 2020).A reunião tinha por objetivo a formação de uma “coalizão” para as eleições de 2020. Em troca do apoio dos criminosos, os autoproclamados pré-candidatos expressamente prometeram vantagens espúrias, que seriam materializadas por meio da entrega de cargos públicos aos milicianos e de contratos administrativos obtidos por meio de licitações fraudulentas. Ao longo da reunião, os milicianos articularam um audacioso plano de tomada de poder político nos municípios onde há influência de sua organização criminosa. Conforme abertamente debatido no inusitado “rendez-vous”, o plano era infiltrar-se nas Prefeituras locais, o que faria por meio do controle de determinadas Secretarias de Governo, bem como por meio da obtenção de contratos administrativos celebrados por meio de licitações fraudulentas. estrutura da organização criminosa. Não satisfeito com a criminalidade violenta, o bando planejou imiscuir-se também com crimes do “colarinho branco”, o que demonstra claramente sua intenção de escalar a organização para outro nível. Varão acabou assumindo o controle de regiões que outrora pertenciam a Tandera organizando, a partir de agosto de 2022, em torno de sua própria figura, uma nova quadrilha. Ele deu um golpe em Tandera se aproveitando do enfraquecimento deste. O bando investia em joias. Foram verificadas as compras de um anel feminino no valor de 2.900,00 (dois mil e novecentos reais), um cordão no valor de R$ 2.400,00, um bracelete em formato de cinto no valor de R$ 21.000,00 (vinte e um mil reais), um escapulário no valor de R$ 9.000,00, um bracelete de ouro, no valor de R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais), um cordão de ouro no valor de R$ 13.760,00 e um cordão de ouro no valor de por R$ 13.015,00, tudo para afastar cada vez mais os valores ilícitos de sua origem criminosa Um dos integrantes do bando movimentou em menos de um ano R$ 1.394.405,00. Um outro em quatro anos fez circular R$ 1.553.025,93 Integrantes do bando tiveram vídeos captados pela polícia manuseando fuzis Fal, calibre 7.62mm, os quais estão sendo desembalados e montados. Em uma gravação, se viu menos 4 (quatro) fuzis novos , possivelmente recém adquiridos na época pela ORCRIM01958/2020. O bando teria arrecadado R$ 49.400,00 relativamente a extorsões a areais na Baixada. A quadrilha era muito violenta. Foram descobertos vídeos contendo a gravação da execução, por decapitação, de ao menos seis vítimas. Em um deles, o assassino serra o pescoço de uma das vítimas, enquanto ela ainda estava viva. Em outro vídeo, vê-se um rapaz, com a orelha decepada, implorando pela própria vida, alegando ser morador e pedindo clemência. Após alguns segundo, o rapaz é executado com um tiro, seguindo-se então a decapitação. As imagens revelam a crueldade dos bandidos a ponto de o criminoso ter tirado uma selfie com os cadáveres decapitados dos jovens que acabara de assassinar, nitidamente orgulhoso do que fizera: Foram identificados ainda vídeos de execuções de dois rapazes não identificados, possivelmente moradores das comunidades dominadas pela milícia, ocorridas em março de 2020. Em determinado momento, o miliciano pergunta aos rapazes quantas vezes eles teriam roubado, ambos confessando que teriam roubado Após, o criminoso pergunta “quem quer morrer primeiro”. Após concretizarem as execuções, os milicianos ainda filmaram os cadáveres dos rapazes, fazendo comentários jocosos, às gargalhadas. Em determinado momento, um deles pisou na cabeça de uma das vítimas, a fim de mostrar a marca do disparo na cabeça do rapaz. Em razão disso, foi possível identificar o calçado bastante característico, da marca Dolce Gabbana, utilizado pelo miliciano Havia um outro vídeo que um miliciano apareceu executando dois indivíduos com uma faca. No vídeo, vê-se que o crime foi cometido de maneira extremamente cruel, com o intuído de torturar as vítimas, uma vez que o bandido perfura seus corpos por repetidas vezes, sendo certo que as vítimas estavam amarradas, completamente incapazes de se defender. Chama atenção ainda que as execuções tenha sido registradas em vídeo, o que parecia comprazer o miliciano: A milícia tinha estratégias, Seus integrantes não podiam focar andando em “carro

CV teria dado ultimato para a milícia deixar Itaguaí

Segundo informações que circulam nas redes sociais um dos chefes das comunidades do Comando Vermelho em Itaguaí vulgo Coroa, foi solto a um cerca de um mês, e se instalou na Favela da Rocinha (CV). Coroa deu a ordem para que seus soldados avançassem ainda até o final desse mês, e que se os milicianos não deixarem as comunidades a guerra irá se estender. Traficantes do Sem Terra e Rocinha (CV) deram o prazo de até o final do mês para que os milicianos deixassem as favelas que já pertenceram ao CV, sendo elas Chaperó, Mangueira, e Ponte preta. “Eles têm até o final do.mês para sair. Vamos retomar tudo que era nosso. Chaperó e Itaguai aguarda nós aí. Abraça o papo melicia”, escreveu os traficantes em uma postagem. A guerra está para reacender a qualquer momento e até agora as comunidades que estão envolvidas nessa guerra seriam o Complexo da Penha, Vila Kennedy, Complexo do Alemão, Grão-Pará e Cação.

Leia sobre homicídio cometido por líder do CV na Paraíba preso hoje na Baixada Fluminense

Um integrante do Comando Vermelho da Paraíba vulgo Tindor foi preso na Baixada Fluminense nesta sexta-feira. Ele foi denunciado por matar Guilherme Cardoso Osório na cidade de Cabedelo, na Paraíba, em novembro de 2023. Consta dos autos que a vítima era do estado do Espírito Santos, tendo vindo a Cabedelo em um barco de pesca, a serviço da embarcação, sendo a primeira vez que veio à cidade, desembarcando poucos dias antes de sua morte. No dia 19/11/2023, a vítima foi com seu amigo Matheus para o Bar de Márcia e, no local, envolveu-se em uma briga com um dos presentes, resolvendo retornarem para a embarcação após o acontecido. No caminho, foram abordados por Tindor, e Juninho, que, mediante uso de armas de fogo, renderam a vítima Guilherme e seu amigo Matheus, levando-os para a casa de Tindor. Na residência de Tindor, as vítimas foram ameaçadas e interrogadas, pois acreditou-se que eram integrantes de facção criminosa adversária ao Comando Vermelho (Tropa do Amigão) da qual os denunciados fazem parte, sendo, na oportunidade, confiscados os aparelhos celulares deles. Instantes após, chegou no local o bandido conhecido como Kekeu, que, junto aos demais, levou as vítimas para um matagal, onde foram espancados por Tindor, Juninho e Kekeu, sendo efetuados disparos de armas de fogo contra as vítimas que conseguiram fugir do local, homiziando-se na embarcação por medo de morrerem Dois dias após o fato, a denunciada Maga Flávia procurou a vítima Guilherme e o convenceu que poderia recuperar seu celular, marcando um encontro com ele. No dia 22/11/2023, por volta das 23h32min, uma câmera de segurança registrou o momento em que os denunciados foram ao encontro da vítima, armando-se a emboscada que findou em sua morte, ocorrida com diversos disparos de arma de fogo em todo o seu corpo. Tindor era um dos líderes do CV na Paraíba e respondável por diversos crimes no estado da Paraíba. O criminoso foi capturado, nesta sexta-feira (15/08), na comunidade do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias. O criminoso possui mandados de prisão pendentes pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e homicídio, expedidos pela Justiça paraibana

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