Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

denúncia

Primeiro preso pela morte de Fernando Iggnácio já havia dito que comparsas haviam fugido para o Paraguai. RELEMBRE DETALHES DO CRIME

O primeiro dos envolvidos no assassinato do contraventor Fernando Iggnácio que foi preso, Rodrigo da Silva das Neves relatou em 2021 que os comparsas foragidos haviam fugido para o Paraguai. Quase quatro anos depois, o último dos suspeitos que estava solto, o ex-PM Pedro Emanuel D´Onofre Andrade Silva Cordeiro acabou preso no país vizinho. Desde o o falecimento de Castor de Andrade (ano 1997), houve uma cisão na sua família decorrente da disputa entre os seus filhos e o seu sobrinho Rogério de Andrade pelo controle dos negócios ilícitos deixados, tendo ocorrido diversos homicídios ao longo de mais de 20 anos. Fernando Iggnácio e Rogério Andrade, respectivamente, genro e sobrinho do falecido contraventor Castor de Andrade, disputavam controle de pontos de exploração do jogo do bicho, videopõquer e máquinas caça -níquel, fato que teria dado ensejo à contratação de Rodrigo Silva das Neves, Ygor Rodrigues Santos da Cruz, vulgo Farofa, Pedro Emanuel e seu irmão Otto para a execução do crime de homicídio de que foi vítima Fernando Iggnacio. Farofa já está morto. Segundo a investigação, o PM Araújo, responsável pela segurança pessoal de Rogério Andrade. foi o responsável por contratar, a mando do contraventor,, os demais criminosos para executarem o crime. Rodrigo e Ygor já haviam trabalhado como seguranças da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, cujo patrono é Rogério de Andrade, que está preso apontado como o mandante . Registre-se que o fato da contratação dos executores por Araújo encontra respaldo em declarações prestadas por uma testemunha em sede policial. Neste diapasão, tem-se que o modus operandi, a natureza do crime, as circunstâncias em que se deram, a motivação, a quantidade e natureza do armamento apreendido (fuzis calibre 7,62 mm). O crime foi cometido através de emboscada, haja vista que os executores se colocaram em tocaia, de maneira camuflada com a extensa vegetação que ladeava o muro do heliporto, e escolhido de modo preciso o local e o momento em que ela estaria desprotegida. Além disto, foram utilizadas armas de alta energia cinética (fuzis calibre 7,62 mm), o que, indubitavelmente, demonstra a periculosidade em concreto da conduta imputada aos réus. No que tange aos executores, verifica-se dos autos a estrita vigilância mantida sobre a rotina da vítima, inclusive com a ida de dois dos acusados ao heliporto por ela utilizado a fim de estudar o local e certificar-se da localização do veículo da vítima, local em que seria alvejada, o que remete a um grupo integrado por indivíduos extremamente organizados, com alto poder ofensivo, cuja letalidade de suas ações pode ser verificada no resultado morte de Iggnácio. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Conheça a quadrilha de Taz, traficante do CV que se esconde no Complexo da Penha mas domina áreas em Caxias e rouba cargas

Investigação revela que as comunidades do Rasta, Colúmbia e Conjunto, em Duque de Caxias, dominadas pelo Comando Vermelho, são comandadas pelo traficante TH ou Taz, que se esconde no Complexo da Penha. É ele quem decide quem morre, quem pode roubar. O número 2 nas localidades é o vulgo Cachoeira. É ele quem executa as ordens emanadas pelo seu líder TH, principalmente os homicídios que ocorrem dentro das comunidades como foi o caso do Jonathan ( um moreno, gordinho ) que apanhou de madeira por vários criminosos, inclusive o Cachoeira. Cachoeira estaria envolvido em todos homicídios que ocorrem na comunidade do Rasta. Orelha é ladrão de carga e veículos. Ele rouba com anuência do líder da comunidade do Rasta, TH, com quem divide os lucros. Índio é o comparsa de Orelha nos roubos Di Ouro é o frente do Conjunto, ficando responsável pela comunidade na ausência do líder, porém nenhuma decisão pode ser tomada sem anuência do líder do tráfico. TH dificilmente aparece na comunidade do Rasta. Jefferson é vapor na Columbia. Goiabada pertence a uma quadrilha de roubo de carga. Sua tropa conta com Da Honda, Nino, Cocão, Menor Rei, JV, Chiquinho e Orelha. A quadrilha de roubo de cargas do Rasta se utiliza de motocicletas, veículos, armas de fogo e bloqueadores de sinais para fazer abordagens aos caminhões que estão com a carga. Em seguida, essa quadrilha leva o caminhão junto com a carga e as vítimas para o interior da comunidade do Rasta, especificamente, no Cruzamento da Rua Tebas com Jamaica em uma casa de cor amarela de dois andares. O baile do Rasta é todos os domingos e é chamado baile do Irã. O Rasta possui as seguintes bocas de fumo, quais sejam, Pontilhão, Morro do Padre, Ponto Final do Verdinho, Valão e Columbia. TH mandou acabar com a feira popular que é realizada todo domingo na Rua 2 pois havia acontecido algum problema com os seguranças dela; FONTE: Relatório da Polícia Civil disponivel no site jurídico Jusbrasil

Conheça a quadrilha de Joab, uma das mais bem armadas do CV em Caxias

Um traficante preso explanou como funciona o tráfico em comunidades de Campos Elíseos, em Duque de Caxias, dominadas pelo Comando Vermelho. O líder da região é o criminoso conhecido como Joab, que comanda as comunidades Rua 7, Morro do Badu, Mangueira e Divineia. A quadrilha de Joab é a que tem o maior poderia bélico das comunidades que ficam no entornode Campos Elísios, Jardim Primavera e Saracuruna possuindo em torno de uns 20 fuzis, diversas pistolas e algumas metralhadoras. Na Rua 7, toda sexta-feira, tem o baile da Líbia, onde diversos traficantes se reúnem, inclusive Joab. O bandido vulgo Borússia, que anda de fuzil vem a ser o segurança pessoal de Joab. Batatinha é o gerente da boca da Mangueira. Americano também é segurança pessoal de Joab. Bonzinho é gerente do pó da comunidade da Rua 7. Atanázio é vapor da boca de fumo do Morro do Badú. Satanásio era gerente do pó da boca de fumo da Mangueira, mas fugiu depois de balear policiais militares no bairro do Cangulo durante uma abordagem. Andrezinho é o gerente da boca da Mangueira. Branquinho exerce o gerente da Rua 7. FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio disponível no site Jusbrasil

RELATÓRIO DA POLÍCIA CIVIL IDENTIFICOU 34 TRAFICANTES QUE ATUAM NO COMPLEXO DA PENHA (CV). VEJA OS VULGOS E A FUNÇÃO DE CADA UM

Relatório da Polícia Civil identificou 34 traficantes que atuam no Complexo da Penha, principalmente na Vila Cruzeiro. Veja quem são e a função de cada um. Lembrando que o Complexo da Penha, considerado o quartel general da facção criminosa Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso -. Exerce a função de chefe do tráfico de drogas do Complexo da Penha, dando ordens aos seus subordinados para o cumprimento de metas relativos ao comércio ilegal de drogas. Segundo informações a mando de Doca, meliantes cortam os fios da rede de telefonia, internet e TV por assinatura para que os moradores sejam obrigados a usarem o serviço ilegal fornecido no interior da comunidade. Pedro Paulo Guede – Pedro Bala – gerente geral em várias regiões do Complexo. É considerado o número 02 do Complexo da Penha. Pedro Bala também é apontado como um dos que coordena o tráfico de drogas em várias localidades do Rio de Janeiro, entre elasno Morro do Banco no Itanhangá e é apontado como um dos responsáveis pela morte do lutador Diego Braga, de 44 anos, que morreu após tentar recuperar uma moto no morro Fhillip da SIlva Gregório, o Professor – apontado como o responsável pela compra de armas para a facção do Comando Vermelho, enviando também para o Complexo da Penha. É oriundo e responsável pelo tráfico de drogas na comunidade da Nova Brasília no Complexo do Alemão. Carlos da Costa Neves, o Gardenal – segurança do tráfico . É apontado como um dos mais violentos da organização., e também o executor ( matador ) do grupo. Gadernal é acusado como um dos responsáveis por matar o jovem Marcos do Nascimento Tavares de 19 anos. Danado – apontado como segurança do tràfico de drogas. Apontado também como chefe do tráfico de drogas da favela São Simão em Queimados. Mais Alto ou Grande – gerente-geral, responsável pelo valor apurado da comercialização de cocaína. Ainda segundo relatos, “Grande”, além de agir na favela, comanda o tráfico de drogas no município de Macaé, no interior fluminense. Boquinha – gerente-geral da droga conhecida como loló e atua também como gerente da localidade conhecida como ” Sacopã”, próximo a Rua A na Vila Cruzeiro. Boris ou Lord – como Gerente Geral da maconha de R$ 10,00 ( dez reais ), também é gerente na localidade do Parque Proletário. Ricardo Severo, vulgo Faustão – apontado como Gerente Geral da droga conhecida como ” crack ” e também gerente da maconha comercializada na localidade da Rua Doze na Vila Cruzeiro. Faustão também é o responsável pelo tráfico de drogas no Complexo do Salgueiro em São Gonçalo. Bruno Silva Souza, o Tiriça – gerente do tráfico no Bairro Treze, na Vila Cruzeiro Também é responsável por confeccionar artefatos explosivos para serem utilizados pela organização criminosa. A Tiriça, foi dado a incumbência de chefiar o tráfico de drogas na Praça Seca a mando de Doca. Pinduca – realiza a parte administrativa ( entre elas: o elo com o presidente da Associação de Moradores ), controla o movimento das drogas e a respectiva contabilidade. Samuca – Gerente Geral da venda da maconha comercializada aos valores R$ 5,00 ( cinco reais e R$ 10,00 ( dez reais ). Nem Bolinho – segurança e contenção nas bocas de fumo na Rua Oito, na Vila Cruzeiro Du Rodo – Segurança e contenção das bocas de fumo da Rua Doze, na Vila Cruzeiro. Mota ou Matuto – segurança de Faustão e também responsável pelo abastecimento das bocas de fumo em especial da Rua Doze na comunidade da Vila Cruzeiro. Peladinho – gerente e segurança na Rua Doze. Romarinho – segurança e contenção de Pedro Bala Ygor – vapor na Rua Doze Jhonatan – vapor na Rua Doze Boca de Ovo Gerente da cocaína comercializada ao valor de R$ 10,00 ( Dez reais ) na liocalidade conhecida como Rua Nove na Vila Cruzeiro. Paulista ou Arrascaeta – tem função de destaque na hierarquia da quadrilha fazendo parte do Conselho, ou seja, grupo de lideranças do Comando Vermelho, e desde que chegou ao Rio de Janeiro se homiza-se na comunidade da Vila Cruzeiro. TH do Rasta, Taz ou Merreca – se esconde no Complexo da Penha e comanda o tráfico de drogas de Saracuruna, levando drogas da Penha para seu local de tráfico. Também é um dos braços armados da Vila Cruzeiro. Jonatha Hyrval Cassiano da Silva, o Bochecha Rosa – Se esconde na Penha e é responsável pelo tráfico de drogas no Corte 8, Mangueirinha, Sapo e Santuário, que integram o Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Também é responsável, juntamente com Doca, com fornecimento de armas e homens na guerra pela tomada da da Praça Seca ( Chacrinha e Bateau Mouche ). William Sousa Guedes – Corolla – se escondia na Penha antes de ser preso. Já foi responsável pelo tráfico de drogas na favela do Manguinhos. Nos últimos meses, puxou as guerras para invasões no Morro dos Macacos em Vila Isabel e na localidade de Santa Maria na Taquara. Berola – apontado como Gerente do tráfico de drogas da comunidade da Chatuba. Rajada – contenção na Vila Cruzeiro. Negrito – gerente da Rua Dez, na Vila Cruzeiro. ” é um criminoso conhecido de altíssima periculosidade e que já foi preso em 2014 por promover ataque à 45ª Delegacia de Polícia e a Unidade de Polícia Gato Mole – contenção na Vila Cruzeiro Di Gato – vapor na Rua Doze Berg ou Mezenga – Gerente do pó de R$20,00 na comunidade da Vila Cruzeiro. Dudu Nobre – contenção na localidade conhecida como Sacopã na Vila Cruzeiro. LZ – contenção na Chatuba. Gilmar – gerente do beco da Rainha, na Vila Cruzeiro. Angolano – segurança das bocas de fumos da Vila Cruzeiro Segundo depoimento de PMs, o Complexo da Penha está muito bem equipado com armas de grossos calibres e que no local possuem vários grupos de marginais que monitoram e controlam as vias de acesso através de ”

Advogada que atuava como pombo correio do CV era elo de ligação entre integrantes da facção no RJ, RS e GO

Investigação do Ministério Público de Goiás revela conexões entre traficantes do Comando Vermelho do Rio Grande do Sul, Goiás e Rio de Janeiro. O elo entre eles era uma advogada que atuava como uma espécie de pombo correio transmitindo recados entre os integrantes da facção. Um dos contatos da advogada era o preso conhecido como Cássio Reni, que seria uma liderança no Rio Grande do Sul, integrante da Tropa do Urso, braço gaúcho do CV. A advogada recebeu uma captura de tela de uma possível conversa entre Cássio e um traficante que seria um dos chefes da Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio. No mesmo dia, a advogada estabeleceu contato com Barney, traficante de Goiás, que foi preso essa semana na Favela da Rocinha” e se apresenta como sendo a advogada da qual “o pessoal” do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro mencionaram. Em outra conversa com Cássio Reni, os dois destacam a relevância do indivíduo “dono da de deus”, referindo-se a favela Cidade de Deus.Cássio passou para a advogada a seguinte mensagem: “Pode chegar usando meu nome falando até que minha mulher se quiser explica qual o teu trampo fala que quem mando foi eu que sou liderança do comando no Rio Grande do sul e que conexão é no complexo da penha como pit da maré braço do abelha e com o Jardel ermão do sardinha frente da cidade de Deus se presisa mas clareza fala pra manda encosta neles se o geral quise que eles vai na hora fala pode fala que sou fexado com Elias da rocinha e com Mike do santa Marta todos eles são cara que existe mesmo igual eu e ten nome o cara que tive de frente ai nessas cadeia e tu fala isso vai respeita oque tu que faze e vai para pra te ouvi” FONTE: Relatório da Justiça de Goiás disponivel no site jusbrasil

Doca, Gardenal e BMW, todos do CV, foram denunciados pelas mortes de médicos na Barra da Tijuca. MP e Polícia Civil fazem operação

O Ministério Público e a Polícia Civil tentam cumprir cinco mandados de prisão e três de busca e apreensão contra criminosos denunciados à Justiça por envolvimento no atentado aos médicos ortopedistas, em outubro de 2023, em um quiosque, na Barra da Tijuca. Entre os denunciados estão Edgar Alves de Andrade, o Doca, Juan Breno Malta Rodrigues, o BMW, Carlos da Costa Neves, o Gardenal, lideranças do Comando Vermelho. Os médicos foram mortos porque os bandidos confundiram um deles com Taillon de Alcântara, chefe da milícia de Rio das Pedras. Por conta das mortes dos médicos, a cúpula do Comando Vermelho decidiu pela morte dos envolvidos, entre eles o mandante, vulgo Lesk. A Promotoria denunciou os cinco homens por três crimes de homicídios dolosos consumados e um tentado, todos quadruplamente qualificados como motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa das vítimas, com emprego de armas de calibre restrito (9mm) e para assegurar outros crimes. Além de Doca, BMW e Gardenal, foi denunciado também Francisco Glauber Costa de Oliveira, o GL, que está preso. .A motivação do crime seria a expansão do domínio da facção criminosa do Complexo da Penha para região da Grande Jacarepaguá. A tentativa de executar o miliciano Taillon Barbosa era considerada um passo fundamental para enfraquecer a milícia e fortalecer o domínio do Comando Vermelho na região. A denúncia aponta, ainda, o envolvimento dos acusados em outros episódios de violência, ligados à expansão territorial. Entre as provas reunidas está a identificação do veículo utilizado no crime, um Fiat Pulse branco com teto preto, vinculado a outros homicídios na área. Depois da grande repercussão nacional da execução dos médicos, ao constatarem que as vítimas não eram milicianos, lideranças do Comando Vermelho ordenaram a execução dos responsáveis pelos disparos, aponta a denúncia. A medida teria sido uma tentativa de minimizar a repercussão negativa e desviar a atenção do caso. Expansão territorial Desde o início de 2023, os traficantes do Complexo da Penha intensificaram a tomada violenta de comunidades em Jacarepaguá e arredores, historicamente dominadas pela milícia, como a Gardênia Azul e a Muzema. A meta dos bandidos seria formar um “Complexo de Jacarepaguá” sob seu controle, aumentando as atividades criminosas como o tráfico de drogas, roubos, extorsão de comerciantes e exploração de serviços clandestinos. A expansão do CV na região foi marcada por execuções brutais de milicianos e supostos aliados, praticadas por um grupo denominado “Equipe Sombra”, especializado em assassinatos direcionados. O bando, comandado pelos denunciados, teria apoio direto de lideranças do Comando Vermelho. FONTE: Ministério Público Estadual e Polícia Civil do Rio de Janeiro

PCC e CV atuam ao mesmo tempo em 25 estados, aponta relatório

Em novo relatório sobre as facções criminosas presentes no Brasil, a Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais) informou que o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho atuam ao mesmo tempo em 25 estados além dos seus territórios de origem, no caso São Paulo e Rio de Janeiro. O único estado que não haveria PCC ou CV seria o Rio Grande do Sul. O mapa identifcou a presença de 88 organizações criminosas diferentes no Brasil Segundo o documento, o Nordeste é a região do país que mais possui facções criminosas, com 46, seguida pelo Sul com 24 e o Sudeste com 18. Sobre as ações contra o Estado por parte das facções, 58% foi por enfrentamento, 19% por resgate de presos, 13% por fuga e 10% rebeliões. Ao todo, apenas duas facções têm abrangência nacional e internacional, 14 regional e 72 local. FONTE: Senappen

Justiça decretou a prisão preventiva de Naval, chefe da maior milícia do RJ, por um homicídio cometido em 2021

A Justiça decretou a prisão preventiva do atual chefe da maior milícia do Rio de Janeiro, vulgo Naval, pelo o crime de homicídio qualificado contra Rafael Alves Corrêa, conhecido como “Caixote”, no dia 4 de dezembro de 2021, nas imediações do condomínio Bella Vida 2, na Estrada do Campinho, nº 955, em Campo Grande.  A denúncia narra que o crime teria sido praticado em razão de desavenças entre a vítima e o comando da milícia local, no contexto de disputas pelo controle das atividades ilícitas promovidas pela organização criminosa.  Destaca-se a brutalidade do ato, com o emprego de fuzis de uso restrito, resultando em mais de cem disparos que, além de ceifar a vida da vítima, colocou em risco outros indivíduos no local, uma vez que o crime foi praticado em via pública, na entrada de um condomínio residencial, além do fato de que havia uma mulher no interior do veículo, com a vítima.  . A autoria, por sua vez, resta indiciada pelo resultado do Relatório de Identificação Biométrica, realizado pela Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia (DEDIT), da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI), do Ministério Público, a partir das imagens que flagraram a ação delitiva, cujo resultado foi positivo para  Naval”.  Frise-se que, por meio dos serviços de inteligência da Polícia Civil, foi possível chegar ao nome do acusado, considerando todo o contexto fático do momento, envolvendo a disputa pelo controle da comunidade do Barbante, conforme se extrai dos autos, servindo o exame antropométrico realizado, para corroborar os elementos indiciários.  Embora os fatos sejam datados de dezembro de 2021, indícios colhidos pelo setor de inteligência da Delegacia de Homicídios apontam que o acusado integra a milícia comandada por Luiz Anônimo da Silva Braga, conhecido como “Zinho”, que atua principalmente na Zona Oeste do Rio de Janeiro.  O relatório contido no QR CODE  demonstram, por meio de postagens em redes sociais, em grupos criados para divulgar esse tipo de conteúdo, que é de amplo conhecimento dos moradores da região, que Naval”, faz parte do grupo criminoso supramencionado.  A título de exemplo, destaca uma postagem que atribui ao acusado a autoria de um homicídio cometido em agosto de 2023, no bairro Cosmos – RJ, evidenciando, assim, a existência de reiteração criminosa, bem como a periculosidade do denunciado.  Naval possui mandado de prisão pendente de cumprimento, expedido em 14/09/2023, pela 1ª Vara Criminal da Capital, nos autos do processo n. 0091028-41.2023.8.19.0001, nos quais ele responde por fatos similares aos apurados nestes autos, isto é, atuação no grupo miliciano comandado por Zinho, com a participação em extermínio de rivais, em um contexto de disputa por controle da organização criminosa.  O fato de o acusado ser foragido da justiça, por crime cujo modus operandi é idêntico ao apurado nestes autos, somado aos indícios colhidos pela inteligência da DHC, demonstra a contemporaneidade do abalo à ordem pública, visto que resta clara a reiteração delitiva do acusado, desde o cometimento do crime apurado nestes autos, bem como evidencia sua intenção de não se submeter à aplicação da lei penal.  FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Grupo de matadores de milicianos e X9 Equipe Sombra (CV) que tomou a Gardênia Azul gostava de exibir os crimes em redes sociais

A Equipe Sombra, do qual faz parte o traficante Juan Breno Malta Rodrigues, o BMW, acusado de vários assassinatos, foi criada pelo já falecido criminoso vulgo Lesk. O grupo foi criado logo após Lesk entrar para o tráfico do Complexo da Penha do Comando Vermelho e é formado por traficantes que tinham a função de praticar homicídios de milicianos rivais, supostos informantes da milícia (X-9), ou qualquer pessoa que entrassem em seu caminho. A Equipe Sombra realizou a ocupação da Gardênia Azul, que passou de uma área dominada pela milícia para uma região sob o jugo da facção Comando Vermelho tendo o Lesk ou CR7 como suas principais liideranças e BMW como um dos principais homens responsáveis pelas execuções de seus desafetos. Lesk acabou sendo morto pela cúpula do CV por conta das mortes dos três médicos na Barra da Tijuca após confundirem um deles com um miliciano de RIo das Pedras. Assim, como forma de implantar o terror e facilitar o domínio da da facção Comando Vermelho na região da Gardênia Azul, a Equipe Sombra disseminava seus Homicídios e/ou outras crueldades em suas redes sociais (perfil do BMW “TremdoCR7” que faz referência a Equipe Sombra, Lesk,) certos da impunidade e com a crença que nunca seriam alcançados pelas mãos da Justiça. Em um print da rede social Twitter pertencente ao BMW, ele expõe claramente ser o autor do homicídio de Ivone Marcelino de Almeida, vulgo Vando, com a mensagem ainda “Cobra taxinha la no gardenia bb fico pegado”, sendo que este homicídio foi apurado no IP 901-00726/2023 (o qual BMW já foi indiciado pelo crime) e ocorreu no dia 11/07/2023, na Rua Menta, s/n, Gardênia Azul – BMW após matar Thiago Silvino da Silva, postou em sua rede social (perfil “TremdoCR7”) imagens e falas a respeito do crime que havia acabado de come, em especial, o fato de ter matado esta vítima com uma Pistola Glock calibre .40 com carregador de cofre (conhecido vulgarmente como “Goiabada”, que comporta dezenas de munições, tanto que a vítima recebeu 22 disparos de arma de fogo), bem como de ter furtado da mesma um relógio e um telefone Iphone (postando até o telefone ligado onde aparece como protetor de tela a foto da vítima, comprovando, realmente que o telefone a ele pertencia). Thiago foi morto porque os traficantes achavam que ele pertencia à milícia do Gerlan, de Rio das Pedras. Um traficante preso por homicídio que disse que largaria o crime falou que tomou conhecimento de vários dos homicídios ocorridos na região da Gardênia Azul, Anil e RIo das Pedras. Ficou sabendo de alguns homicídios da boca dos executores e outros, chegou a presenciar os executores saindo e/ou voltando após cometerem os homicídios; FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Rabicó do Salgueiro (CV) seria um dos homens fortes de Fernandinho Beira-Mar no Rio junto com o filho do bandido, aponta relatório. VEJA DETALHES

 Relatório da Justiça do Mato Grosso do Sul aponta que o narrcotraficante Fernandinho Beira-Mar continuaria sendo uma das lideranças criminosas que exerceria influência em várias localidades do estado do Rio de Janeiro e outros pontos do território nacional, atuando como fornecedor de armas e drogas     Segundo investigações da PF, Beira-Mar teria como principal área de atuação três comunidades em Duque de Caxias, sendo estas a Favela Beira-Mar, o Parque das Missões e o Parque Boa Vista, que compõem o denominado Complexo Beira-Mar”. A localidade seria ponto estratégico para o Comando Vermelho, entrocamento com as principais vias da cidade do Rio de Janeiro como as rodovias Washington Luiz e Linha Vermelha, possível área de escoamento de drogas advindas pela Baia de Guanabara, às margens da comunidade, e suposta base de planejamento para invasões em outras comunidades, tais como Cordovil, Parada de Lucas, Cidade Alta, Quitungo e Guaporé.  O relatório aponta que em 13 de maio de 2022 Lindomar Gregório de Lucena, vulgo Balbuíno, então líder do Parque Missões, foi morto durante uma operação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, sendo este suposto filho de consideração de Fernandinho e seu subordinado de confiança na localidade.  Em maio do mesmo ano, Luiz Paulo Santos Oliveira, o LP , apontado pela Polícia Civil deste Estado como responsável financeiro por todas as favelas supostamente controladas por Beira-Mar foi solto,   Dados de inteligência do Departamento Penitenciário Federal (Depen) indicam que Beira-Mar permaneceria transmitindo ordens relacionadas ao suposto gerenciamento do tráfico de drogas no Complexo Beira-Mar”, por intermédio de advogados, e supostamente contando com o apoio de Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, vulgo Zeus ou da Roça, Yan Guilherme Lira da Costa, o Gordo, filho do narcotraficante e Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó, dono das bocas de fumo do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, Beira-Mar teria empreendido recursos financeiros adicionais para seus advogados lograrem êxito em sua progressão de regime, e consequente saída de presídio federal. O traficante apresentaria poder aquisitivo proveniente de sua suposta posição frente ao tráfico de drogas em Duque de Caxias, e que seus recursos financeiros poderiam refletir a manutenção do seu poder junto a seus subordinados faccionados.  Outros dados de inteligência da Polícia Militar de JAN 2023 indicam que traficantes ligados a Beira-Mar integrantes da facção CV do Complexo da Penha planejariam retomar a comunidade Lambicada e invadir as comunidades da Sapinhatuba 1 e 2, atualmente redutos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) no município de Angra dos Reis.  A suposta retomada de territórios foi empreendida pelos traficantes RD, Juninho Nazaré, ambos ligados a antigos lideranças do CV na comunidade Lambicada, além de Vidigal e Feio, filho do preso Marcos José Monteiro Carneiro, vulgos Coroa ou Periquito, custodiado no Presídio Gabriel Ferreira Castilho (SEAPGC), e apontado como maior articulador preso de Beira-Mar”. Outros presos com vínculo com Beira-Mar  são Charles do Lixão, Naldinho PCC e Marcelo, seu filho E no Instituto Vicente Piragibe, está Sandro Mendonça do Nascimento, vulgos Promotor ou Jorge Tadeu.  Dados de investigações da Polícia Civil informam o óbito de Ney Machado, vulgo Pitoco, suposto braço-direito de Beira-Mar. Ele foi condenado criminalmente em 2011, quando foi apontado como um dos maiores traficantes de drogas do Rio Grande do Sul, supostamente autor de tráfico de drogas internacional com Beira-Mar  na Colômbia.  Outros dados de inteligência do Depen que datam de FEV 2023 informam que “Beira-Mar” custearia as despesas do apenado Luan Barcelos da Silva, vulgo Gui,, custodiado no Sistema Prisional do Rio Grande do Sul, apontado como integrante da organização criminosa Os Manos. 9.1. “ Beira-Mar buscaria aproximações com lideranças criminosas gaúchas, e que por meio dessas teria por fim a facilitação de comunicação com seus comparsas extramuros, e, para tanto, teria custeado serviços advocatícios para o apenado Luan, supostamente prestados pela advogada SHARON LOPES SILVA, OAB 21.820/MS. 10.  Beira-Mar não demonstraria interesse em abdicar de sua suposta posição na estrutura hierárquica do CV tampouco que houvesse solicitado cumprir pena em espaço destinado a presos sem facção criminosa.  Ele é tido como detentor de prestígio, mesmo estando preso, junto aos seus comparsas do CV desempenhando suposta posição hierárquica junto a cúpula decisória desta facção, assim como supostamente desempenhando liderança criminosa em seus redutos de atuaçã FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima