Veja agora o depoimento da militar da Marinha Juliana da Silva Oliveira que estava grávida quando foi baleada no Dia dos Pais na Baixada Fluminense. Ela conta como tudo aconteceu Juliana chegou a ficar em estado gravíssimo e perdeu o bebê mas conseguiu se recuperar. O suspeito de praticar o crime foi preso ontem. A vítima relatou que “na data do dia 10 de agosto, foi a uma confraternização de família na casa dos pais. Que ao ir embora, seu marido Elionai, ofereceu carona para seu cunhada Mariana e o esposo dela Fillipe; Por volta das 15h30, estava no interior do veículo com seu marido, sua irmã e seu cunhado; Que percebeu uma moto com dois indivíduos vindo em direção ao automóvel e que seriam assaltados, pois o garupa sacou uma arma, Ela falou com o esposo. “Mô, presta atenção que vão assaltar a gente”. Segundo ela, os autores não anunciaram o assalto e nem falaram nada. Que quando chegaram na lateral do veículo, efetuaram um disparo que a alvejaram. Que o condutor estava de capacete e não foi possível identificar alguma característica; Que o garupa não estava de capacete, era um homem preto, biotipo magro e rosto fino; Que logo em seguida perdeu a consciência. A vítima Juliana e as demais testemunhas reconheceram o indiciado Gabriel Silveira de Oliveira como um dos autores do fato, Há um outro investigado, de nome, Eduardo, que também seria o autor da conduta delitiva, ocorridos contra a vítima, . A imprescindibilidade da segregação cautelar para a conclusão da investigação policial restou demonstrada, visto que o investigado Gabriel, supostamente teria cometido o crime contra a vítima Juliana grávida que veio a perder o bebê, de modo que sua liberdade, naturalmente, incute medo e pavor nas vítimas e testemunhas, em evidente prejuízo às investigações, Destaca-se que tal fato teve grande repercussão em toda mídia nacional tamanha a gravidade do ocorrido.