Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Comando Vermelho

Investigação antiga sobre a milícia de Zinho revelou que quadrilha tinha contato na PF e que favela em Santa Cruz iria ser invadida pelo CV

Milicianos ligados a Zinho tinham um contato na Polícia Federal para passar informações privilegiadas sobre operações. A descoberta veio em uma interceptação telefônica de uma investigação feita há dois anos contra a quadrilha em que o paramilitar André Boto faria a intermediação entre Latrell e Japão que teria esse contato com da PF. A mesma investigação descobriu um plano da facção criminosa Comando Vermelho de invadir a comunidade do Rodo, em Santa Cruz, dominada pela milícia do Zinho. A localidade iria receber reforços dos ‘ moleques de Curicica’ para conter o ataque sendo que eles levariam armas longas (tipo fuzis) para preservar o território que estaria sob risco. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

MARRETA NEGOCIOU COMPRA DE 20 FUZIS DE DENTRO DE PRESÍDIO FEDERAL COM OUTROS CHEFÕES DO CV. VEJA TRECHOS DE ESCUTAS FEITAS PELA PF. “QUAL É A MERCADORIA MAIS FORTE?” “E UMA ARZINHA E UMA M4ZINHA TÁ QUANTO?”

Escutas telefônicas feitas com autorização da Justiça pela Polícia Federal revelam que o traficante Luís Cláudio Machado, o Marreta, um dos líderes do Comando Vermelho, mesmo preso, estaria articulando a compra de pelo menos 20 fuzis junto a outros integrantes da organização criminosa, entre eles Luiz Claudio Serrat Correa, vulgo “Claudinho CL”, Robson Aguiar de Oliveira, vulgo “Binho do Engenho”, Alex Marques de Melo, vulgo “Léo Serrote”, e Marcio dos Santos Nepomuceno, vulgo “Marcinho VP”. As interceptações são de setembro quando Marreta ainda estava em penitenciária federal fora do RJ. Atualmente, ele está em Bangu 1 Inicialmente, seriam fuzis AR15 e Ruger e, posteriormente, maiores calibres, para o domínio e expansão territorial, no intuito de fortalecer e expandir a organização criminosa, com o emprego de violência e material bélico então adquirido. Veja trechos “…A minha pergunta é: qual é a melhor mercadoria forte do momento lá Serrat?” Neste trecho, o interlocutor busca saber sobre novos armamentos de grosso calibre disponíveis para aquisição em sua região. Luiz Claudio Serrat Correa “…Não, só conheci ele como Alan. Ae, tá fortão o maluco. Ae, ele tem tudo e aí se você pega com ele, ele te dá enxada, vassoura, picareta, martelo.” Luiz Cláudio Machado “É mesmo?” Luiz Claudio Serrat Correa “Pra você, cada bahia” Luiz Cláudio Machado “Pra se proteger, né?” Luiz Claudio Serrat Correa “Aí faz a fila lá no portão daquele jeitão, pega com ele ali. Não é ruim as coisas dele, entendeu?” Luiz Cláudio Machado “Entendeu!” Pelo contexto, depreende-se que Marreta estaria interessado em adquirir armamentos pesados objetivando resguardar sua área de atuação, relacionada ao controle de tráfico de drogas Luiz Cláudio Machado “Ae, Cláudio. Trabalhar com uma mercadoria com teor, com teor forte, é outra coisa, né Cláudio.” (quando fala em teor forte”, refere-se ao calibre do armamento. Mais destrutivo, mmaior “teor”) Luiz Claudio Serrat Correa “Então, Nenzão, se você chega lá agora, você consegue a diferenciada, a diferenciada, vai sobressair, entendeu?” Luiz Cláudio Machado “Diferenciada, entendeu!” Luiz Claudio Serrat Correa “Aí, né…preço bom, qualidade boa, já era é mole, entendeu?” Aqui, Marreta é informando que voltando para o estado do RJ, conseguirá armamentos diferenciados e sobressair-se-á. Luiz Cláudio Machado “Tá doido, Cláudio. E uma ARzinha? Uma AR? Um M4zinho tá quanto, Cláudio?” Referindo-se abertamente aos fuzis americanos tipo AR e M4. NI (ao fundo) “Tá cemzinho…” Luiz Claudio Serrat Correa “Setenta e cinco, agora os AR 75, entendeu?” Luiz Cláudio Machado “Tá. É mais jogo comprar ARzinha ou M4, né Cláudio?” Neste trecho, Marreta especula preço de armamentos de alto poder bélico e menciona qual tencionaria adquirir ilicitamente. Luiz Cláudio Machado “E essa tabela que tá aí, cem, cento e tal, eu pra mim, pra mim, eu deixo mais lucro comprar AR15, comprar Ruger, entendeu? Leva a mal não, Cláudio. Cento e pau, Cláudio? Aí quando aparecer um FAL, um fechar com 70, 80, pagar em duas vezes, aí vou desenrola aí, vai indo, né não Cláudio? Ao ser informado sobre os preços de armamento praticados no mercado ilícito, Marreta menciona suas preferências para compra: Ruger (outra fabricante de armamento, sendo popular o fuzil AR556, cal. 5.56mm) e FAL, além de como irá quitar os valores. Luiz Cláudio Machado “Aparecendo cinquenta, o Ruger, o AR, eu vou cair pra dentro, viu?” “Ae, tá escutando? Ô Binho aí aparece um cara lá com dez, a quarenta, dá quatrocentos mil, entendeu? Desenrolo com ele, desenrolo com ele…” “Desenrolo com ele, dou a metade, duzentos, aí no final com ele aí no final pelo menos dar uma parcelada, de quatro prestação de cinquenta, já fico com dez Ruger ou dez AR, entendeu Serrote?” “ Verdade, eu tô falando que se ele quiser, assim que tiver com dez AR, eu tô caminhando, tá ouvindo, aí eu falo com ele pra comprar por cem pra ele e parcelar quatro de cinquenta eu fecho rápido, entendeu? Já fico com dez AR.” “Verdade, mas na situação que tá, os calibre grosso, isso aí vai ser lá pra frente, quando eu estiver tranquilo, aí eu posso comprar um ou dois naquele esquema, aí eu vou fechar. Mas antes disso eu vou ficar na lutinha mermo, com os AR e com os Ruger, entendeu Léo?” Neste trecho, fica mais explícito os anseios e planos de Marreta em adquirir armamentos pesados ao voltar para o estado, inclusive eventual forma de pagamento. Luiz Cláudio Machado “Eu gosto sim de calibre grosso, mas do jeito que tá o mercado lá em cima, oxe, pra mim vai cair igual a os Rug , umas R, eu fico de boa, entendeu?” Embora Marreta prefira calibres maiores, em razão do alto valor pedido, contentar-se-á com armamentos “menos pesados”. “Ô Binho, porque eu acho que tu sabe que o fuzil dá respeito pra área. Os oficial não gosta disso, né Leo?” Neste trecho, Marreta menciona o motivo de buscar armamentos “Impor respeito em sua área de atuação”. Demonstrar força. Luiz Cláudio Machado “Leo, cento e cinquenta o G3, aí me vem o Cabelinho, tá com seis AR, querendo cinquenta, cinquenta e cinco, eu vou comprar os AR, tá ligado, Leo?” Novamente Marreta explicita qual armamento comprará ao retornar ao RJ. Luiz Cláudio Machado “O meu cardápio eu posso falar com o Dinho, né?” Robson Aguiar Oliveira “É isso, mas ae…o Xadrez também vai te botar no caô, né?” Luiz Cláudio Machado Não, ae, então eu posso passar pro Xadrez que ele resolve, né?” Neste trecho, Marreta buscaria se cientificar com quem deverá entrar em contato para conseguir o seu “cardápio” de armamentos.” Ressalta ainda a Polícia Federal que nos áudios degravados pelo DEPEN, há advogado integrando a facção criminosa e executando comandos emanados pelos presos em presídios estaduais bem como repassando ordens aos demais integrantes da orcrim: “Mareta “O meu cardápio eu posso falar com o Dinho né?” Rao10 “É isso, mas ae…o Xadrez também vai te botar no caô, né?” Marreta “Não, ae, então eu posso passar pro Xadrez que ele resolve, né?” Rao “Escuta só, o advogado que compra as coisas

Investigação aponta hierarquia em comunidades do CV em Meriti. Bandidos exploram serviços como TV a cabo e internet, impedem o trabalho de empresas legalizadas e mandam do Complexo do Chapadão

Investigação revela a hierarquia do tráfico em comunidades do Comando Vermelho em São João de Meriti como Carrapato, Gogó, Beira Rio e Vila Rosali. O líder destas localidades é um traficante de vulgo Gato, que passava as ordens por videoconferências. Ele está evadido do sistema prisional desde 2019. O frente das comunidades é um bandido conhecido como Coxinha. Outro frente é SG. Abaixo deles está Manga, que exerce a função de recolher os lucros das bocas de fumo, além de ser o gerente da boca da Igrejinha junto com Teleco e GB (da maconha). Tem também Macumbinha, gerente da boca do Cruzeiro. Vitão é gerente da boca do Vasco no Gogó. O bando explora outros serviços como internet, TV a cabo e telefonia. Existe a ordem de Gato para que empresas prestadoras de serviço legalizadas não entrem nas comunidades. Os bandidos fazem abordagens a técnicos destas firmas impedindo seus trabalhos e ainda roubam seus equipamentos. Há relatos de que o dono das bocas de fumo e os seus gerentes ficam no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio. As drogas vendidas em Meriti são trazidas por mototaxistas diretamente do Chapadão. Há ainda os vapores Xeroso, Meleca,, D9, Flamengo, Steve Outro que faz parte da quadrilha é Kim que atribui os preços das drogas e Tayão, que é segurança. FONTE: Polícia Civil.do Rio de Janeiro

Quem dá as ordens no Morro do Dezoito (CV) é o traficante Doca da Penha, apontou investigação

Segundo a última investigação a que tivemos acesso sobre o Morro do Dezoito, em Água Santa, quem dá as ordens por lá é o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca. Foi ele que deu a ordem por exemplo para extorquir em R$ 20 mil uma empresa de engenharia que realizava uma obra na região em 2020.Baseado no Complexo da Penha, Doca era representado por dois frentes, HO, que foi preso e Bruno PT, que acabou morto. Sem os dois, Jean do Dezoito, que saiu da ADA, virou o novo frente do morro, cargo que já havia ocupado antes quando a favela era dominada pela ADA. Os traficantes ganhavam dinheiro com o fornecimento clandestino de internet e TV, cobrança de “taxas” de segurança a moradores, entre outros. Drogas comercializadas são enviadas inicialmente para a Vila Cruzeiro, para o Morro do 18 e posteriormente para o Morro do Barão, na Praça Seca. O bando também tem extensões em Santa Teresa, região central da capital e no município de Mendes, no Sul Fluminense;Outros traficantes de destaque na hierarquia do Morro do Dezoito são Dumec, que só estava abaixo de HO e de Bruno PT, e Jota, um dos seguranças dos líderes. No braço da organização criminosa responsável pelo roubo de veículos é possível verificar a seguinte estrutura: mecânico responsável pelo desmonte dos carros; motorista frentinhas que transporta as peças aos ferros-velhos; motorista de caminhão reboque que retira a carcaça dos veículos roubados do interior da comunidade; traficantes responsáveis por autorizar os roubos por serem mais uma fonte de renda da organização. Restou possível apurar, ao longo da investigação, que qualquer crime cometido na região, seja roubos de carga ou de veículos, que utilize a estrutura da Organização Criminosa para proteção dos autores de forma a terem um local seguro para consumar o delito cometido, é devido o pagamento de uma taxa em dinheiro ou em mercadoria (produtos do crime) pelo uso da base e de sua estrutura. Fonte: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Investigação revela os líderes e destaca a importância estratégica da Favela da Kelson´s para o Comando Vermelho

Investigação traça detalhes do funcionamento do tráfico de drogas na Favela Kelson´s, na Penha. O líder é Dalton ou DT. Outros que estavam na linha de comando eram os traficantes Maçã, que acabou morto ano passado, e Sucesso;; A comunidade Kelson´s mesmo afastada fisicamente do Complexo da Penha, funciona como ponto estratégico por esta localizada as margens da Av. Brasil e Baía de Guanabara, as principais vias de entrada e drogas, armas e cargas roubadas. A Kelson´s funciona também como ponto de descarte de corpos oriundos do Complexo da Penha, assim como da própria Kelson´s , que são lançados a Baía da Guanabara em tonéis. Em depoimento à polícia, um moradora da Kelson´s desde 1995, que não aguentava tanta violência que pretendia deixar a comunidade e voltar a sua cidade natal. Dalton possui 14 anotações criminais, dentre eles os delitos de roubo majorado, roubo de cargas, tráfico de drogas e homicídio. Versacomo autor em 19 registros de ocorrência pelos mesmos delitos, possui 03 mandados de prisão pendentes, ingressou no sistema penitenciário em 15/06/2010, tendo a liberdade em 07/10/2015; Sucesso possui 18 anotações criminais, dentre eles os delitos de roubo majorado, tortura, associação para o tráfico. Versa como autorem 20 registros de ocorrência e 02 mandados de prisão em aberto. Ingressou no sistema penitenciário em 12/07/2016, sendo libertado no regime semiaberto em 16/10/2019. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jurídicio jusbrasil

Conheça toda a quadrilha do traficante Paulinho Madureira ou Neymar, preso recentemente, que comandava várias favelas em Niterói e São Gonçalo

Processo na Justiça que resultou em condenações esmiúça a quadrilha do traficante Paulinho Madureira ou Neymar, preso recentemente, que comandava várias favelas em Niterói e São Gonçalo. Além do tráfico de drogas, o bando tinha atividades correlatas como a prática de roubos de carga e roubos de veículos, receptação, homicídios, assim como uma constante execução de atividades de convencimento e aliciamento de agentes públicos da polícia para que não façam o devido combate à atividade criminosa. Os valores arrecadados com o tráfico de drogas, são em sua maioria destinados à compra de insumos, armamento, pagamento de mão de obra, mesadas à traficantes presos, pagamentos de servidores públicos da polícia e agentes penitenciários, familiares e possível lavagem de dinheiro. O grupo atuava no Morro da Torre, Beira Rio, Morro do Cabrito, Água Mineral, Girassol, Lodial e Lagoa/Boaçu, em São Gonçalo e Buraco do Boi, localizada em Niterói, área limítrofe com São Gonçalo, todas redutos do Comando Vermelho. A malta está voltada para prática do tráfico de drogas, roubos de cargas e veículos, receptação, corrupção de agentes A quadrilha fazia uso constante de extrema violência e de armamentos de grosso calibre, como fuzis e pistolas, gerando uma rotina de terror aos moradores, comerciantes e empresários das comunidades capturadas. Paulinho, que chegou a ficar preso durante anos, concentrava em suas mãos o poder de comando para consecução das atividades da ORCRIM, na medida em que detinha a capacidade de executar e determinar os atos necessários à materialização dos crimes. Ele é irmão de Luiz Queimado, membro da alta cúpula do Comando Vermelho e dominava diversas comunidades em São Gonçalo, antes de seu óbito 7 . Como forma de manter o controle sobre as atividades da malta, Neymar delegou as funções de comando para Di Maria. Ele ficou preso com seu chefe e adquiriu sua confiança. Ele apelidou seu comando de ‘Gestão Fabulosa e como forma de diferenciar o material entorpecente vendido nas comunidades dominadas criou uma etiqueta (“carimbo”) aposta nas drogas, que caracteriza e indica a delimitação territorial da sociedade delinquencial. Dollar era o frente da Buraco do Boi sendo o responsável pela organização e comando das “bocas de fumo”, viabilizando o pleno funcionamento do tráfico de drogas. Ele tinha ainda a função de orquestrar os roubos de carga nas imediações da favela. Biri, mesmo cumprindo penam tinha a incumbência de agenciar novos integrantes para atuação no Buraco do Boi e ainda era o responsável pela intermediação da compra de armamento para malta, através de contatos com Di Maria. Bolha era o gerente de “pó” (cocaína) e de maconha na comunidade do Boi. Ele tratava sobre aquisição e preparo de drogas diretamente com Di Maria. No Novo México, Pantera era o “frente” sendo responsável pela tomada de decisões, venda de drogas, contabilidade e prestação de contas do produto do crime, Bosquinho era o responsável pelo transporte de drogas das comunidades. Ele seria a pessoa responsável por buscar os “carimbos”, ou seja, as etiquetas que são anexadas às embalagens das drogas. Tais etiquetas são fabricadas no interior da Comunidade da Nova Holanda no Rio de Janeiro. Por exercer a atividade de Uber, a utilização de “Bosquinho no transporte de drogas, torna a ação mais segura para o tráfico, uma vez que, em eventual abordagem policial, se passaria por um trabalhador comum. No Lodial, o frente era FP, que por ser muito jovem, era supervisionado por Zulu. Preso, o bandido vulgo Novato recebia”mesada” na cadeia, sendo considerado membro “faixa preta”, isto é, fiel aos líderes da organização criminosa. Ele ainda reforçava sua condição de integrante da quadrilha ao se auto intitular “bandido matador de polícia” e ao afirmar para “Neymar que seria solto em breve e que ia colocar o tráfico para funcionar bem, como estava funcionando na Lodial. A comunidade Girassol tinha como principal elemento o vulgo Salgueiro. Na Água Mineral, o frente era Bocão, que era encarregado de entregar propina aos policiais corruptos. Na Lagoa/Boaçu, o braço-direito de Di Maria era Dedeco, que ficava responsável pela guarda do entorpecente, tendo ainda a função de auxiliar na distribuição das drogas entre os diversos pontos de revenda sob o controle da malta e realizar anotações sobre a venda do entorpecente em caderno de contabilidade. Therry, era vapor” e “olheiro”, na localidade conhecida por “Flamengo”, na Rua Roberto Duarte, Boaçu. Na Beira Rio e Morro da Torres, a principal figura era Cabeludo. No Morro do Cabrito, Yuri Gordão era o gerente e articulador de roubos de cargas e de veículos na região de São Gonçalo, Tinha como prática articular e autorizar os “menores” a praticar roubos, determinando que não sejam realizados em área sob controle da facção criminosa CV. Ele deixou veículos roubados no interior da Comunidade do México, contrariando ordens do chefe “Di Maria”. Tal fato teria desagradado o bandido”, que deu ordens para que o veículo fosse recolhido por outros membros da malta. Gordão, no entanto, retrucou afirmando que tinha autorização de Paulinho para praticar os roubos, tendo dito que não roubaria nas comunidades sob comando de “Di Maria. ]Lorran Canalha eraencarregado de enterrar as cargas de drogas em galões para armazenamento e posterior revenda do material entorpecente. Ainda atuava como “vapor”, dando “plantão na boca de fumo” quando exerce a atividade de venda do entorpecente. Também executava roubos de veículos em benefício da malta, com a utilização de armas da ORCRIM, por ordem e autorização de “Di Maria. Filho é enteado de Di Maria e pessoa de extrema confiança dele”, que o trata como se fosse filho. Tinha a incumbência auxiliar seu padrasto na gestão da atividade espúria da súcia, além de auxiliá-lo nos deslocamentos de motocicleta pelas comunidades dominadas, sendo esta função sensível e relevante, na medida em que há mandados de prisão pendentes de cumprimento para Di Maria”. Ele ainda auxiliava seu padrasto nos deslocamentos para encontrar os fornecedores (matutos) de drogas que possibilitam o abastecimento dos “estoques”. Total ou Playboy , preso em Bangu, era homem de confiança de Marcinho VP e do falecido Elias Maluco e exercia a

Saiba mais sobre o tráfico na Mangueira (CV): quais bocas, pontos mais rentáveis, preços das drogas, vulgos dos chefes e de soldados que ainda podem fazer parte da quadrilha

Pouco tem se falado do Morro da Mangueira, na Zona Norte do Rio, reduto do Comando Vermelho. Não tem havido registro de tiroteios intensos nem de operações policiais no local. O último fato em destaque na pauta policial da favela foram imagens que mostraram um policial militar correndo sozinho pela comunidade sendo alvo de tiros. Ele foi baleado e resgatado. Um processo na Justiça recente revela que os chefes do tráfico no local são os criminosos conhecidos por Xandinho e LO. Os dois foram citados em uma ação contra um comparsa preso que recebia ordens dos dois via rádio para passar informações sobre a movimentação policial no local. A região territorial que compreende a comunidade da Mangueira é formada por cerca de dez pontos de venda de entorpecentes, vulgo “boca de fumo”, as quais estão distribuídas nas seguintes localidades: Três Tombos. Buraco Quente Loteamento 512. Rua da Prata, Rua São Sebastião, Curva do Elvis, Chalé, Rua da Cerâmica/Candelária. Mangueira 1 e 2 e o Prédio do IBGE. Uma investigação mais antiga revelou que os pontos conhecidos como “Buraco Quente. Olaria e IBGE” eram os que vendiam maior quantidade de drogas, em especial. Maconha, Cocaína, lança-perfume, cheirinho da loló e crack. Os preços variavam de R$ 2,00 a R$ 50,00. Fotografias de redes sociais apontavam que os traficantes se exibiam com armas de fogo de grosso calibre e/ou modificadas com equipamentos que aumentam o poder bélico das mesmas. Baiano era o braço-direito de Xandinho mas haviam outras figuras importantes no morro como Dede (que era gerente da parte alta) além de soldados conhecidos como Jackson (que portava fuzis AK-47 e AR-15), RD, LZ, Jefferson, Satanzinho, Mão de Pedra, Roni e Rei. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Investigação destrincha o tráfico no Morro do Turano (CV) com todos seus vulgos e funções

Relatório da Justiça destrincha o tráfico no Morro do Turano, no Rio Comprido. A comunidade dominada pela facção criminosa Comando Vermelho tem por líder o narcotraficante Wallace Pereira Barbosa, vulgo “Safadinho”, preso pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro em 08 de março de 2022, após informações obtidas por agentes da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) de que ele deixaria um hospital na Tijuca, próximo a comunidade, local em que foi atendido sob documentação falsa, na tentativa de evitar sua captura, haja vista a existência de um mandado de prisão preventiva pendente contra ele. Policiais militares ouvidos informaram que o Morro do Turano atualmente está divido em áreas, sendo elas: “Chacrinha/Raia”, “Matinha Macua”, “Rodo/Bicão (818)”, “Paula Ramos” e “117”. Além disso, restou apurado que uma prática comum dos narcotraficantes é a formação de “bondes” para o cometimento de roubos, havendo todo um aparato do tráfico de drogas, que, além de fornecer armas de fogo e um lugar para a guarda dos veículos roubados, também possui suas próprias oficinas para a clonagem dos veículos e auxílio na comercialização dos veículos frutos dessa prática. Restou apurado, ainda, que o grupo criminoso, apesar de ter uma estrutura organizacional, seus integrantes exercem diversas funções, ora sendo “vapor” (vendedor da substância entorpecente), ora sendo radinho/olheiro (pessoas que ficam observando a aproximação de policiais e avisam aos demais traficantes) e, algumas vezes fazendo a segurança/contenção (proteção armada do local). Além disso, numa hierarquia superior e mais rígida, há os líderes do morro, sendo que abaixo na linha de cadeia hierárquica estão os gerentes gerais, territorial ou de venda de uma droga específica. Além de Safadinho, atuam no local Barbosinha e Zé Manai, que também são apontados como líderes. Sapudo é o “chefe” do tráfico da localidade conhecida como “Julio Otoni”. Tio Comel, também preso, é o “chefe” da quadrilha voltada para o cometimento de roubo de veículos e clonagem, os quais ocorrem sob as ordens do líder do tráfico no local. Cocão”, é “gerente” da área conhecida como “Paula Ramos” e “líder” da quadrilha de roubos de veículos. Bodinho é o “gerente geral” da área do Chacrinha/Raia. Gordinho da Bagda”, é o “gerente” da área do Rodo/Bicão (818). Gazela ou Adidas”, é o “gerente” da “boca de fumo” sendo o responsável pela área da Chacrinha/ Raia. Toti e Douglas são os responsáveis pela segurança armada da área da “Matinha”. Boleba, Menorzinho e Tino ” exercem a função de “vapores” do tráfico de entorpecentes na área do Chacrinha/Raia. Dembele, Sandi ou Bonitão, RLC da Raia, Cabelinho, Fumaça são os responsáveis pela contenção armada da área do Chacrinha/Raia. Periquito cuida da segurança armada da área do Rodo/Bicão (818). RD ou RUD é o responsável pela segurança armada da área do Chacrinha e do Macua. Tripa é o responsável pela contenção armada e segurança do integrante “Bodinho”. China ou Tigrezinho ” possui a função de contenção da área do Chacrinha/Raia. PQD “, é o responsável pela contenção armada. Badeco é o responsável pela contenção armada da área conhecida como “Paula Ramos”. Os bandidos para praticarem o tráfico de drogas, utilizam-se de armas de fogo de uso proibido e restrito, tais como fuzis, pistolas,. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

CONHEÇA A ESTRUTURA DO TRÁFICO NOS REDUTOS DO CV NO COMPLEXO DA MARÉ. DOS VULGOS, A BAILES FUNKS, EXIBIÇÃO DE ARMAS, HISTÓRIA DOS LÍDERES E ALIANÇAS COM BANDIDOS DE OUTROS ESTADOS

Relatório policial explica como funciona o tráfico de drogas nas comunidades do Parque União e da Nova Holanda, redutos da facção criminosa Comando Vermelho no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio. No Parque União, o líder é Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga, Enteado de José Evaristo Resende, o Zé Gordo, conhecido sequestrador e assaltante de banco nos anos 90, um dos grandeslíderes do CV, Alvarenga herdou o império daquele que o criou desde jovem. Ele costuma promover bailes funks na comunidade sendo certo que que com essas festas o criminoso consegue incrementar a venda de material entorpecente. Alvarenga controla o Parque União há mais de uma década, O criminoso, nascido no conjunto de favelas, nunca foi preso.É considerado foragido desde 2006, quando passou a responder o primeiro processo criminal por tráfico de drogas. Contando com pelo menos 23 anotações no banco de dados do portal da segurança, “Alvarenga” possui em seu desfavor pelomenos outros nove mandados de prisão preventiva. Os demais integrantes da quadrilha se reportam e seguem suas orientações referentes à compra e venda de drogas, incluindo valores, forma de venda e de acondicionamento, local, arregimentação de mão-de-obra e definição de funções na empresa criminosa, conquista de território então explorado pela quadrilha rival, aquisição de armamento e munições, definição de punições para os desafetos ouqualquer pessoa que descumpra suas ordens ou possa, de qualquer forma, ser um obstáculo para a realização do tráfico de drogas e demais delitos a ele conexos. Determina, ainda, as regras de trânsito de veículos e posturas no Parque União. Alvarenga é associado a figura de um tubarão. Imagens do tubarão constam, inclusive, em diversos fuzis, quase que como uma “marca registrada”. Seu gerente geral era Mário Bigode, morto em confronto com a polícia em 2022. Ele, eventualmente, substituía o líder e repassava as orientações a serem cumpridas aos chamados “gerentes de firmas”. Ele era associado ao personagem Super Mário. O relatório ainda aponta como soldados Naldo, Léo GTA, Gordinho, Bicuí e Buda. Na Nova Holanda, o líder era Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy que, segundo relatos, teria deixado a comunidade pressionado por supostas dívidas com a facção. Ele herdou o comando de Amabílio. Motoboy tem pelo menos 13 mandados de prisão e. 64 anotações criminais, a maioria por crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo, homicídio e latrocínio. Quem estaria a frente hoje da Nova Holanda é Luiz Carlos Gonçalves de Souza, vulgo LC, mas Motoboy era cultuado.. Seus subordinados o chamavam de “pai” e “patrão”. Seu aniversário rendia inúmeras postagens nas redes sociais. Outras figuras importantes do tráfico na Nova Holanda são JD (gerente geral) Barriga (atuante no roubo de carga), Jovem (gerente), Ninho (gerente), Milinho (roubo de carga), Geléia (roubo de carga). Segundo o relatório, a região, hostil às forças de segurança, é totalmente conflagrada, mormente pelos constantes conflitos armados com a facção rival, sobretudo na divisa com a comunidade da Baixa do Sapateiro, dominada pela facção rival Terceiro Comando Puro (TCP).Fazem parte da rotina da comunidade os tiroteios envolvendo traficantes e policiais e traficantes das facções rivais. O ingresso nestas regiões pelas forças de segurança só é possível com aparatos especiais, tais como blindados e aeronaves, tamanho o arsenal dos marginais da lei. Em perfis de redes sociais dos criminosos, há exibições de armas de grosso calibre, capazes de derrubar aeronaves e romper blindagens de veículos especiais, com nome de cantoras populares, uma referência ao barulho que fazem (no sentido de que “cantariam” muito):São comuns as festas do tráfico, algumas delas até muito famosas, a exemplo dos bailes funks nas duas comunidades do CV .” com a participação de artistas populares. Essas festas servem para promover e patrocinar as atividades de tráfico de drogas. Veja a letra de um proibidão dos traficantes da Nova Holanda. A postagem é de uma “música” (famoso “proibidão”)com os seguintes dizeres: “Na relíquia do MB, agora Motoboy, o mano LC, mas o nosso estatuto aqui nada mudou, estamos aí para matar ou morrer, defendendo o favelão, com toda disposição, fazendo a segurança dos moradores e honrando a nossa facção; (… Traficantes foram flagrados em reportagem televisiva circulando armados pela Nova Holanda, entre eles o próprio Motoboy, Parque União e Nova Holanda são comunidades com acessos estratégicos do ponto de vista do recebimento de grandes quantidades de drogas, armas e munições, bem como do acolhimento de quadrilhas de roubadores de cargas e carros. Além de estarem localizadas estrategicamente, os líderes de tais comunidades contam com poder bélico que dificulta demasiadamente a atuação policial no território. Diante das inúmeras rotas e da difícil fiscalização pela segurança pública nos territórios de entrada e saída de armas e drogas no estado do Rio de Janeiro, a rota marítima vem sendo investigada já que beiram as comunidades, haja vista a localidade ser um importante entreposto para o tráfico no Rio. No Parque União, foi feita em 2019, uma das maiores apreensões de drogas e armas da história do Rio, fizeram a maior apreensão de armas e drogas da história do Estado do Rio. No total, foram apreendidas 31 armas, das quais 23 eram fuzis e 75 granadas, além de vasta munição para diversos calibres e 8,5 toneladas de drogas. Havia também a associação com criminosos de outros estados, como Silvinho, integrante do CV em Manaus e fornecedor de skunk colombiano para os traficantes cariocas. Silvinho espalhou seus homens pela Penha (Mano Kaio, Jogador) e Nova Holanda (Ednelson, Rafinha e Playboy). Em março deste ano, foi preso o líder máximo do CV em Sergipe, vulgo Ramster, que estava escondido no Parque Rubens Vaz, parte integrante do complexo de comunidades que compõem o Parque União e Nova Holanda. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Infiltrados em grupos de WhatsApp, policiais descobriram toda a hierarquia das favelas do Lixão e Vila Ideal. em Caxias. Confira detalhes da investigação

Policiais se infiltraram em grupos de WhatsApp para desvendar o esquema criminoso de uma quadrilha que comandava há anos as favelas do Lixão e da Vila Ideal, em Duque de Caxias e pagava propinas a PMs. Contaram também com a colaboração de um ex-integrante do bando que teve uma desavença com Charlinho do Lixão, elemento que foi morto em confronto com a polícia militar. No curso da presente investigação, esse criminoso se retirou do bando e resolveu colaborar sob a garantia do anonimato, e forneceu informações extraídas do aparelho celular que utilizava quando ainda integrava a quadrilha que que possibilitou a identificação de vários grupos de WhatsApp utilizados pelos seus integrantes para gerirem seus negócios escusos, e das linhas telefônicas utilizadas pelos integrantes de cada grupo. O bando é liderado dentro do presídio pelo traficante Charles do Lixão,  Charles da Vila Ideal, Charles Brown ou Coroa e tinha como braço-direito seu filho, Charlinho, já falecido. Foi possível verificar que todos os integrantes da organização criminosa dentre os que tem maior posição hierárquica na estrutura de poder até os mais subalternos, prestam referências a Charles, Muitos clamam pela sua ¿liberdade¿, e ainda dão como certo a realização de churrasco em comemoração, chegando um deles a dizer que os demais superiores, ou seja, os gerentes não deixarão o fato passar em branco Muitos criminosos inclusive muitos se referiam à o bando como ¿Tropa do Coroa e do eterno menor 22¿, uma alusão a como forma de homenagem póstuma ao meliante. Foi verificado que o grupo tinha como como atividade primordial o tráfico de drogas, mas restou evidenciado que outras atividades criminosas são perpetradas pelo bando, tudo para obtenção de vantagem econômica. Há registro de práticas de roubos qualificados pelo emprego da arma e concurso de pessoas; roubos de cargas, de tráfico de armas e munições, dentre outros. Os membros da quadrilha A investigação descobriu que o criminoso Gordão, Abençoado o Salmo, era é o responsável por fazer a ponte entre o tráfico de drogas e policiais corrompidos do 15º BPM, procedendo ao pagamento de ¿arregos¿ para evitar prisões ou apreensões nas Comunidades do Lixão e da Vila Ideal, ou para conseguir a liberação para realização de bailes funks, eventos que impulsionam as vendas de drogas. Anos atrás, ele já havia sido apontado por uma testemunha como sendo o integrante responsável pelos pagamentos dos ¿arregos¿ aos policiais militares do 15º BPM Na hierarquia do crime, Bocão era o gerente geral do Lixão e assumiu a condição de frente com a morte do Charlinho. Ele promovia semanalmente espécie de reunião normalmente realizada aos domingos com todos os gerentes de carga, para conferência das contabilidade, verificando se as cargas vendidas na semana são compatíveis com os valores apresentados. “Atenção tropa do Coroa e do eterno menor 22 Amanhã será nossa eleição se iniciará as 7 horas em ponto 6 horas tem q ta todos os g e corredo já reunidos pra troca as anotação pra quando chega 7 horas todos os fecho estarem organizados… lembrando que nossa fiel e valorosa facção é conhecida mundialmente pela nossa organização então vamos ser organizado pra noos chega ao sucesso e ser o mais breve possível nas quadra do coroa oooliberdade. Bocão ficava encarregado de promover bailes funks e forrós de modo a incrementar as vendas de drogas nas bocas de fumo, e pagar os demais gerentes para que eles possam remunerar os demais ¿funcionários¿ da baixa hierarquia da quadrilha. Bocão era auxiliado por Chapoca, Russinho e Bimbo. Na Vila Ideal, o gerente era Tcheno. Já a que é apontado como irmão de consideração de Charlinho. Tcheno tinha como braço-direito o traficante Mickey. Bimbo tinha a responsabilidade do gerenciamento de todo o tráfico de ¿crack¿,. Zangado ou Russinho era o gerente da cocaína. Chapoca cuidava da gestão da segurança de todo o Lixão.   Havia também os gerentes de carga que atuavam em esquema de plantão de 24 horas, e prestavam conta ao final, em sintonia com os respectivos ¿corredores¿, ¿vapores¿ e ¿atividades¿ do turno atuam em sintonia com os gerentes de entorpecentes, controlando os abastecimentos das bocas de fumo. Um deles era o Cirrose juntamente com seu irmão Carlinhos. Eles administravam a logística de abastecimento e a contabilidade geral do tráfico da Vila Ideal. Outro gerente de carga era HG, que foi preso em flagrante pela Delegacia Anti-Sequestro, quando tentou extorquir uma vítima. Betão também era gerente de cargas e agia como uma espécie de agente de ¿contrai-nteligência¿ a serviço do tráfico de drogas do Lixão e da Vila Ideal, como foi constatado pelo agente virtual infiltrado já que há vários prints feitos por ele que servem de alerta par à presença de policiais militares. Macarrão é outro que ocupa o cargo de gerente da carga, participando diretamente na endolação de material entorpecente e  na guarda de cargas, Também eram gerentes de cargas Negão Dieguinho, Tatu e Boliço. Negão ficou encarregado da função de liderança no tráfico da Comunidade da Coréia, que funciona como uma espécie de ¿filial¿ da quadrilha do Lixão e da Vila Ideal. Os corredores tinham a função de receber e guardar determinada quantidade de carga de entorpecentes, cabendo-lhes abastecer os ¿vapores¿, quando o estoque das bocas de fumo está baixo, e auxiliam na endolação. Os corredores eram Marcell, MT, Chaninha, Picolé, Mendigo e Begueira. Havia ainda os vapores mas só um fopi citado, o de vulgo Saci. Os atividades eram os responsáveis pela segurança dos funcionamentos das bocas de fumo e dos seus comparsas, e exercem suas funções em pontos estratégicos para garantir a segurança cotidiana dos pontos de vendas, e para defender os territórios dominados de investidas policiais ou de facções rivais, Estavam entre os atividades Doguinha ou Dodo da 62, Cavanhaque, Big Big,  Canivete e JG. Tinham também os fogueteiros e radinhos. O traficante Cepacol era o responsável. .O bandido de vulgos Zona Sul, Mais de 20 e Cadeirante, repassava o informações sobre o deslocamento de comboios policiais ou sobre fatos coletados nos outros grupos do WhatsApp da orcrim, realizando trabalho

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima