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Homem que seria o traficante Doca (CV) aparece conversando com comparsa e suposto policial em vídeo sem áudio divulgado por ex-governador em seu blog. Citado, prefeito de Belford Roxo se defendeu. ASSISTA

Além de publicar em seu blog, um áudio atribuindo ao capitão da PMERJ Alessander Ribeiro Estrella Rosa uma conversa com o traficante Soró, do Castelar, em Belford Roxo, o ex-governador Anthony Garotinho divulgou um vídeo sem áudio em que o policial apareceria dialogando com o mesmo traficante e também Edgar Alves de Andrade, o Doca, principal líder em liberdade da facção criminosa Comando Vermelho. O político também mostrou o print de um documento com requerimento para pedido de denúncia ao Ministério Público Estadual afirmando a existência de uma suposta organização criminosa no município com uma suposta aliança entre esse policial e demais integrantes do CV, entre eles Doca e Soró. Citado no áudio e no documento apresentado pelo ex-governador, o prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, se defendeu nas redes sociais e chamou isso de oportunismo político em ano eleitoral. Acabou de ser divulgado que ele renunciaria à Prefeitura para ser candidato ao Senado. Veja o vídeo: https://www.instagram.com/p/DT6WTO4jWUh O PM, por conta do áudio, foi afastado das suas funções. Ele já tinha sido preso no ano passado suspeito de participar de um grupo de extermínio a quem se atribuiu execuções de pessoas envolvidas com a contravenção.

Após Trump capturar Maduro, prefeito da Baixada pediu ajuda aos EUA para prender Doca (CV)

Após o.presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.anunciar a captura do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, o prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, usou as redes sociais para pedir ajuda ao chefe do Executivo norte-americanona prisão do traficante Edgar Alves de Andrsde, o Doca, principal líder do Comando Vermelho em liberdade.

Veja como ficou a situação judicial de TH Joias, assessor, traficantes e policiais envolvidos com ele

O TRF manteve prisão do ex-deputado estadual TH Joias, emvilvido com o Cimando Vermelho. Os eens apreendidos serão destinados à Polícia Federal A denúncia do MPF seguiu em análise após a prisão do relator original, desembargador Macário Ramos Júdice Neto, acusado de vazamento de decisão judicial. 🔎 O processo foi desmembrado: DESMEMBRAMENTO📝Os crimes serão julgados separadamente. Parte dos suspeitos terá o processo analisado no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). Permanecem no TRF-2:

Bacellar falou com TH Joias sobre operação poucos minutos após PF informar ao gabinete do desembargador preso a cerca da data designada para ação policial

Outro ponto importante que reforça a suspeita sobre o desembargador federal Macário fluminense) sobre a ação policial. Um dia antes da operação, realizada em 3 de setembro, o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, conversou com TH Joias por volta do meio-dia no interior do Palácio Tiradentes (sede do Legislativo fluminense) minutos após a Polícia Federal comunicar ao gabinete do desembargador a cerca da data designada para a operação. O delegado da Polícia Federal Samuel José de Escobar Massena Fayad disse em depoimento que o desembargador já tinha ciência da operação bem antes do dia 3 de setembro. Segundo relatos, na véspera da ação, foi feito contato com o assessor de Macário que disse ao delegado que os mandados seriam expedidos ainda no dia 2 de setembro. O assessor mandou mensagem para Macário dizendo que pretendiam cumprir mandados contra o Índio do Lixão ainda no dia 2 e os demais no dia 3. A PF concluiu que a atuação de Macário aponta a prática – em andamento – de crimes de obstrução de investigação da organização criminosa, inclusive no exercício do cargode desembargador federal, assim como na prática de crimes de violaçãode sigilo funcional, favorecimento pessoal e promoção de organização criminosa.

PF prendeu desembargador federal suspeito de vazamento da operação que resultou na prisão de TH Joias envolvido com o CV

Na manhã desta terça-feira, 16/12, a Polícia Federal deflagrou a Operação Unha e Carne 2 para investigar a atuação de agentes públicos no vazamento de informações sigilosas que culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun, deflagrada em setembro que culminou com a prisáo do entdo deputado estadusl TH Joias envilvido com o Comando Vermelho .. Na ação de hoje, a PF cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o desembargador do Tribunsl Regional Federsl da 2a Região. Macário Judice Nrmeto e dez mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A ação se insere no contexto da decisão do STF no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos.

Aceita hoje pela Justiça, relembre detalhes da denúncia contra a deputada Lucinha por seu envolvimento com a milícia do Zinho

Leia agora trechos da denúncia contra a deputada estadual Lucinha por seu envolvimento com a maior milícia do Rio de Janeiro comandada por Zinho, que está preso desde 2023. A acusação foi aceita pela Justiça hoje Segundo o Ministério Público. Lucinha desempenhava a função de patrocínio político a quadrilha em distintas oportunidades. Lucinha valendo-se de sua condição de agente público do alto escalão político, do prestígio e das prerrogativas inerentes à função de deputada estadual, atuou em aguerrida defesa de variados interesses da milícia que integra, sempre auxiliada por sua assessora parlamentar, sob o manto da defesa de interesses da sociedade local, diga-se de passagem, a maior prejudicada pela atuação da horda. Em múltiplos episódios, constata-se a clara interferência das denunciadas na esfera política em favor do “Bonde do Zinho” , junto a autoridades policiais e políticas, ora para favorecer os interesses da quadrlha, ora para blindá-los das iniciativas estatais de combate ao grupo e ora para livrá-los de ações policiais, garantindo a impunidade dos integrantes da milícia. Em outras situações, Lucinha e sua assessora se valiam do temor reverencial decorrente do império da violência e do poderio bélico da milícia para solidificar sua hegemonia política na localidade e para fins de silenciar eventuais críticas, sejam estas provenientes dos próprios moradores, sejam oriundas de adversários políticos, demonstrando assim a perfeita integração ao grupo criminoso. Em outras situações, as denunciadas se valem do temor reverencial decorrente do império da violência e do poderio bélico da ORCRIM para solidificar sua hegemonia política na localidade e para fins de silenciar eventuais críticas, sejam estas provenientes dos próprios moradores, sejam oriundas de adversários políticos, demonstrando assim a perfeita integração ao grupo criminoso. Lucinha e sua assessora forneciam informações privilegiadas à quadrilha No dia 06 de julho de 2021 , no Centro da cidade e nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências, Lucinha e assessora forneceram “à milícia informações privilegiadas atinentes à agenda de visitas do Prefeito Eduardo Paes à Zona Oeste, a que tinham acesso em razão da condição de agentes públicos integrantes do alto escalão político, conduta que permitiu que os milicianos”escondessem” suas tropas na presença das autoridades. Desde data não precisada, sendo certo que a partir de 15 de Abril de 2021, e em especial no período compreendido entre 09 de setembro de 2021 e 14 de setembro de 2021, mas se estendendo até 18 de dezembro de 2023, no Centro da cidade e nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências, Lucinha e assessora tentaram interferências junto ao prefeito do Rio para que fosse mantida a chamada “Brecha da P5” no transporte público alternativo municipal, maior fonte de obtenção direta de recursos da súcia, inclusive e principalmente se valendo do prestígio político inerente aos cargos que exerciam, chegando ao ponto de agendar reunião na Sede da Prefeitura, com a presença do Prefeito e dos Secretários Municipais de Transporte e Ordem Pública. Nos dias 30 de setembro e 10 de Novembro de 2021 , no Centro da cidade e nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências, Lucinha e assessora receberam informações privilegiadas atinentes à prática de crimes cujas investigações se encontravam em curso, por parte do integrante da milícia , com missão de, valendo-se do prestígio dos cargos e influência política decorrentes destes, repassá-las às Autoridades Policiais responsáveis pela condução das inquisas, e, em última instância, interferir no curso destas, visando a impor narrativa e linhas de investigação em favor da horda. Nesse contexto, as denunciadas foram munidas de diversas informações estratégicas relacionadas a crimes bárbaros praticados pela súcia e pela quadrilha rival, com a missão de levá-las às autoridades incumbidas das investigações. No dia 06 de novembro de 2021 , nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências da Cidade do Rio de Janeiro, em especial no bairro de Cosmos, Lucinha utilizando-se do prestígio e facilidades do cargo de Deputada Estadual que ocupava, e invocando a condição de agente público, prestou auxílio a membros da miilícia “presos em flagrante, interferindo na confecção do RO nº 036- 05319/2021, no Resumo de Ocorrência nº 484/2021 e no Boletim de Ocorrência (BOMP) nº (00)00000-0000, liberando-os da captura 1 . A interferência da denunciada demonstrou-se eficaz, conforme manifestado pela própria Parlamentar ao miliciano Domício , tanto que a diligência resultou apenas na apreensão de materiais e armas, mas sem a prisão e condução dos meliantes à sede policial. Lucinha realizou coordenada tentativa de interferência junto ao Comando da Policia Militar e ao alto escalão político da Assembleia Legislativa, com o fim de que fossem removidos dos cargos dois PMs designados no comandando da 8a DPMJ e do 27º BPM, respectivamente, em razão do reconhecido combate aguerrido dos citados agentes da lei contra a quadrilha ora sob análise. Detectou-se a ocorrência de pelo menos dezessete encontros presenciais entre os integrantes da horda, ocorridos em 28/06/2021, 07/07/2021, 23/07/2021, 02/09/2021, 09/09/2021, 10/09/2021, 12/09/2021, 28/09/2021, 01/10/2021, 27/10/2021, 11/11/2021, 18/11/2021, 20/11/2021, 29/11/2021, 30/11/2021, 07/12/2021 e 29/12/2021 , mantendo-se a média de ao menos dois encontros mensais no período mencionado, alguns dos quais realizados na sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, outros na zona oeste, com a presença ilustre do líder da malta, Nome, vulgo “Zinho em datas em que este há muito já se encontrava foragido e era considerado um dos criminosos mais procurados do Brasil. Lucinha nomeou em seu gabinete integrantes e parentes de integrantes da milícia, um deles um PM conhecido como Fiel e a nora do miliciano ChumbinhoEm outubro de 2023, buscaram junto ao servidor da Prefeitura do Rio de Janeiro, que tinha acesso direto em razão do cargo que ocupa, informações privilegiadas atinentes à localização de pessoas armadas nas imediações de seu sítio, com a finalidade de fornecê-las a milicia, a fim de que pudessem liberar os integrantes que estariam homiziados no imóvel. Na oportunidade, o servidor da Prefeitura não só informou à Lucinha sobre a existência de elementos fortemente armados em frente ao sítio de sua propriedade, localizado em Rio da Prata, como apontou quais câmeras de vigilância

Apesar de conceder liberdade a Rodrigo Bacellar, Moraes diz que permanecem requisitos para continuidade de investigação criminal contra o parlamentar

Apesar de conceder liberdade provisória ao deputado estadual Rodrigo Bacellar ratificando a decisão da Alerj e lhe impôr medidas cautelares, o ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou em sua decisão que que continuam presentes os requisitos necessários para a garantia da ordem pública e para a continuidade da investigação criminal no sentido de assegurar a aplicação da lei penal ,conforme ressaltado na decisão anterior, onde foi decretada a prisão: “Portanto, há relevantes indícios de ações possivelmente coordenadas e estruturadas cuja finalidade é a obstrução de investigações, relacionadas à atuação dos principais grupos criminosos violentos e suas conexões com agentes públicos e que exigem repressão uniforme. Bacellar foi preso suspeito de vazamento de informações de uma operação para prender o então deputado estadual TH Joias, que era investigado por envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho. Segundo Moraes, uma das principais características das organizações criminosas atuantes no estado do Rio de Janeiro, além do domínio territorial mediante uso da força, e da capacidade de corromper agentes públicos e políticos em escala, é a infiltração política que tais grupos alcançaram nos últimos Para Moraes, os fatos narrados pela Polícia Federal são gravíssimos, indicando que Bacellar estaria atuando ativamente pela obstrução de investigaçõesenvolvendo facção criminosa e ações contra o crime organizado, inclusive com influência no Poder Executivo estadual, capazes de potencializar o risco de continuidade delitiva e de interferência indevida nas investigações da organização criminosa seja na esfera municipal, estadual e federal. Desta forma, o STF impôs medidas cautelares ao parlamentar que garantam a investigação criminal, a ordem pública e assegurem a aplicação da lei penal As medidas cautelares são 1- afatamento do cargo de presidente da Alerj enquanto durar a investigação 2- recolhimento domiciliar no período noturno a partir das 19h às 6h de segunda a sexta-feira 3- O equipamento de monitoração eletrônica deverá ser instalado imediatamente assim que for cumprido o alvará de soltura, mediante sua condução pela Polícia Federal, para instalação do equipamento pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro (SEAP/RJ), com o envio diário de relatório de monitoramento eletrônico a este Gabinete. 4- Proibição de contato com os investigados.

Alerj manda soltar Bacellar

Em uma sessão marcada por tensão e bate-boca, a Alerj aprovou a revogação da prisão do deputado Rodrigo Bacellar, presidente da Casa. Oflfp A decisão será publicada no Diário Oficial e encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que vai estabelecer as condições para a possível soltura. O plenário ficou tumultuado após divergências entre aliados e opositores, com intervenção da segurança da Casa. Bacellar estava preso preventivamente, acusado de repassar informações sobre uma operação da Polícia Federal que levou à prisão do ex-deputado TH Joias, investigado por tráfico internacional de drogas.

Para o STF, ao vazar informações para TH Joias, Bacellar queria mantar vínculo da política com o CV de olho em milhões de votos no próximo pleito eleitoral

Para o STF, o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, era sabedor das notórias interações de TH Joias com o Comando Vermelho, visto que o parlamentar foi preso e permaneceu encarcerado por 10 meses entre 2017 e2018, tendo sido posteriormente condenado a quase quinzeanos de reclusão pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por tráfico de drogas. Por isso, Bacellar tomou ciência prévia da ação policial, conversou com o principal alvo de tal ação e ainda o orientou sobre a retirada de objetos de interesse da persecução da residência. Para o órgão, são fortes indícios da participação do presidente da ALERJ em organização criminosa.  O possível objetivo subjacente da ação obstrutiva é a manutenção do vínculo desses agentes políticos com o Comando Vermelho, facção responsável pelo maior controle territorial do Estado do Rio de Janeiro, o que se traduz em milhões de votos no pleito eleitoral que seavizinha, do qual Bacellar foi especulado como futuro candidato ao governo. Todos esses elementos descortinam a existência de um verdadeiro estado paralelo, capitaneado pelos capos dapolítica fluminense que nos bastidores vazam informações que inviabilizam o sucesso de operações policiais relevantes contrafacções criminosas violentas, a exemplo do Comando Vermelho. Bacellar tinha influência não só na ALERJ  mas também no Poder Executivo estadual onde   gere a nomeação de cargos diversos na Administração Pública, inclusive em setores sensíveis à atuação de organizações criminosas, como a Polícia Militar e a Polícia Civil, de modo a potencializar o risco de continuidade delitiva e de interferência indevida na atividade investigativa.

Presidente da Alerj foi preso suspeito de vazamento de informações na operação que prendeu TH Joias

Na manhã desta quarta-feira, 3/12, a Polícia Federal deflagrou a operação Unha e Carne para combater a atuação de agentes públicos envolvidos no vazamento de informações sigilosas que culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun, que teve o deputado estadual TH Joias preso por envolvimento com o Comando Vermelho. Na ação de hoje, a PF cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e oito mandados de busca e apreensão, além de um mandado de intimação para cumprimento de medidas cautelares diversas da prisão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).  A ação se insere no contexto da decisão do Supremo Tribunal Federal no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos.

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