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Comando Vermelho

Infiltrados em grupos de WhatsApp, policiais descobriram toda a hierarquia das favelas do Lixão e Vila Ideal. em Caxias. Confira detalhes da investigação

Policiais se infiltraram em grupos de WhatsApp para desvendar o esquema criminoso de uma quadrilha que comandava há anos as favelas do Lixão e da Vila Ideal, em Duque de Caxias e pagava propinas a PMs. Contaram também com a colaboração de um ex-integrante do bando que teve uma desavença com Charlinho do Lixão, elemento que foi morto em confronto com a polícia militar. No curso da presente investigação, esse criminoso se retirou do bando e resolveu colaborar sob a garantia do anonimato, e forneceu informações extraídas do aparelho celular que utilizava quando ainda integrava a quadrilha que que possibilitou a identificação de vários grupos de WhatsApp utilizados pelos seus integrantes para gerirem seus negócios escusos, e das linhas telefônicas utilizadas pelos integrantes de cada grupo. O bando é liderado dentro do presídio pelo traficante Charles do Lixão,  Charles da Vila Ideal, Charles Brown ou Coroa e tinha como braço-direito seu filho, Charlinho, já falecido. Foi possível verificar que todos os integrantes da organização criminosa dentre os que tem maior posição hierárquica na estrutura de poder até os mais subalternos, prestam referências a Charles, Muitos clamam pela sua ¿liberdade¿, e ainda dão como certo a realização de churrasco em comemoração, chegando um deles a dizer que os demais superiores, ou seja, os gerentes não deixarão o fato passar em branco Muitos criminosos inclusive muitos se referiam à o bando como ¿Tropa do Coroa e do eterno menor 22¿, uma alusão a como forma de homenagem póstuma ao meliante. Foi verificado que o grupo tinha como como atividade primordial o tráfico de drogas, mas restou evidenciado que outras atividades criminosas são perpetradas pelo bando, tudo para obtenção de vantagem econômica. Há registro de práticas de roubos qualificados pelo emprego da arma e concurso de pessoas; roubos de cargas, de tráfico de armas e munições, dentre outros. Os membros da quadrilha A investigação descobriu que o criminoso Gordão, Abençoado o Salmo, era é o responsável por fazer a ponte entre o tráfico de drogas e policiais corrompidos do 15º BPM, procedendo ao pagamento de ¿arregos¿ para evitar prisões ou apreensões nas Comunidades do Lixão e da Vila Ideal, ou para conseguir a liberação para realização de bailes funks, eventos que impulsionam as vendas de drogas. Anos atrás, ele já havia sido apontado por uma testemunha como sendo o integrante responsável pelos pagamentos dos ¿arregos¿ aos policiais militares do 15º BPM Na hierarquia do crime, Bocão era o gerente geral do Lixão e assumiu a condição de frente com a morte do Charlinho. Ele promovia semanalmente espécie de reunião normalmente realizada aos domingos com todos os gerentes de carga, para conferência das contabilidade, verificando se as cargas vendidas na semana são compatíveis com os valores apresentados. “Atenção tropa do Coroa e do eterno menor 22 Amanhã será nossa eleição se iniciará as 7 horas em ponto 6 horas tem q ta todos os g e corredo já reunidos pra troca as anotação pra quando chega 7 horas todos os fecho estarem organizados… lembrando que nossa fiel e valorosa facção é conhecida mundialmente pela nossa organização então vamos ser organizado pra noos chega ao sucesso e ser o mais breve possível nas quadra do coroa oooliberdade. Bocão ficava encarregado de promover bailes funks e forrós de modo a incrementar as vendas de drogas nas bocas de fumo, e pagar os demais gerentes para que eles possam remunerar os demais ¿funcionários¿ da baixa hierarquia da quadrilha. Bocão era auxiliado por Chapoca, Russinho e Bimbo. Na Vila Ideal, o gerente era Tcheno. Já a que é apontado como irmão de consideração de Charlinho. Tcheno tinha como braço-direito o traficante Mickey. Bimbo tinha a responsabilidade do gerenciamento de todo o tráfico de ¿crack¿,. Zangado ou Russinho era o gerente da cocaína. Chapoca cuidava da gestão da segurança de todo o Lixão.   Havia também os gerentes de carga que atuavam em esquema de plantão de 24 horas, e prestavam conta ao final, em sintonia com os respectivos ¿corredores¿, ¿vapores¿ e ¿atividades¿ do turno atuam em sintonia com os gerentes de entorpecentes, controlando os abastecimentos das bocas de fumo. Um deles era o Cirrose juntamente com seu irmão Carlinhos. Eles administravam a logística de abastecimento e a contabilidade geral do tráfico da Vila Ideal. Outro gerente de carga era HG, que foi preso em flagrante pela Delegacia Anti-Sequestro, quando tentou extorquir uma vítima. Betão também era gerente de cargas e agia como uma espécie de agente de ¿contrai-nteligência¿ a serviço do tráfico de drogas do Lixão e da Vila Ideal, como foi constatado pelo agente virtual infiltrado já que há vários prints feitos por ele que servem de alerta par à presença de policiais militares. Macarrão é outro que ocupa o cargo de gerente da carga, participando diretamente na endolação de material entorpecente e  na guarda de cargas, Também eram gerentes de cargas Negão Dieguinho, Tatu e Boliço. Negão ficou encarregado da função de liderança no tráfico da Comunidade da Coréia, que funciona como uma espécie de ¿filial¿ da quadrilha do Lixão e da Vila Ideal. Os corredores tinham a função de receber e guardar determinada quantidade de carga de entorpecentes, cabendo-lhes abastecer os ¿vapores¿, quando o estoque das bocas de fumo está baixo, e auxiliam na endolação. Os corredores eram Marcell, MT, Chaninha, Picolé, Mendigo e Begueira. Havia ainda os vapores mas só um fopi citado, o de vulgo Saci. Os atividades eram os responsáveis pela segurança dos funcionamentos das bocas de fumo e dos seus comparsas, e exercem suas funções em pontos estratégicos para garantir a segurança cotidiana dos pontos de vendas, e para defender os territórios dominados de investidas policiais ou de facções rivais, Estavam entre os atividades Doguinha ou Dodo da 62, Cavanhaque, Big Big,  Canivete e JG. Tinham também os fogueteiros e radinhos. O traficante Cepacol era o responsável. .O bandido de vulgos Zona Sul, Mais de 20 e Cadeirante, repassava o informações sobre o deslocamento de comboios policiais ou sobre fatos coletados nos outros grupos do WhatsApp da orcrim, realizando trabalho

Justiça revelou parte do quem é quem do tráfico no Morro da Formiga (CV). Cinco foram condenados recentemente. Autos explicaram como foi feita a investigação

Investigação revela parte do quem é quem no Morro da Formiga, na Tijuca. A apuração resultou em recentes cinco condenações a penas que chegam até a sete anos de cadeia. Segundo os autos, a liderança cabe a Paulinho Muleta, que recentemente recebeu benefício para deixar a cadeia temporariamente e não retornou. Seus gerentes são Tom da Coréia, Mustafar e P.A. O primeiro deles é gerente-geral do ponto de venda de drogas conhecido como Bazanha. Considerando a sua alta posição hierárquica na organização, é visto, constantemente, portando fuzil e já participou de diversos confrontos armados com policiais militares da UPP Formiga. Bodão é gerente do tráfico local e foi flagrado, portando fuzil, além de rádio comunicador na cintura. Ele ganhou, recentemente, prestígio com os integrantes da organização, indicando que teria ascendido na hierarquia do bando, já que há alguns meses somente, portava pistola e rádio comunicador. I Mustafar é gerente da Bazanha. Segundo as fotografias apresentadas por colaborador, é possível vê-lo, tanto sentado em um dos pontos de venda de drogas, como quando carregava um sofá para guarnecer um dos pontos de venda de drogas situado na Rua Jocelina Fernandes, no interior da Comunidade da Formiga. Jogador exercia a função de “segurança” do tráfico na comunidade da Formiga, atuando como braço armado da organização criminosa investigada. Na imagem fornecida pelo colaborar anônimo, ele apareceu na mata em companhia de outros traficantes. Clerenci é outro gerente da Bazanha. Foi flagrado portando fuzil, próximo a uma mesa onde estão expostas várias drogas para venda. Murilo atua como “vapor” na localidade da Bazanha, no ponto de venda de drogas situado à Rua Jocelina Fernandes. Em imagens, foi possível vê-lo Murilo carregando um sofá da “boca” em companhia de “Mustafar”, bem assim junto a uma mesa onde as drogas se encontravam expostas. Chefão exerce a função de “vapor”, ou seja, vendedor de drogas também na Bazanha, situada no morro da Formiga. Nas imagens fornecidas, foi flagrado junto a uma mesa onde estão expostas as drogas prontas à comercialização, no ponto de venda. Tais imagens fornecidas pelo colaborador anônimo foram objeto de exame material audiográfico descritivo, bem como de verificação de edição, Deflagrando a investigação, o fato de que todos os imputados foram reconhecidos por um PM, lotado há 7 anos na UPP Formiga, trabalhando na unidade reservada P2 . Policiais obtiveram essas informações por intermédio de colaboradores que o informam, moradores que não desejam se identificar e até mesmo clientes que tem o hábito de comprar drogas, que essas pessoas falaram para os agentes.  Por meio de investigações eles tomaram conhecimento que existe uma organização criminosa, chamada “Parma” liderada pelo Paulinho Muleta nessa comunidade. As pessoas relatavam para os policiais as funções dos acusados, que era apenas uma conversa informal; que o que se tem de provas concretas são as mídias que eles pegaram através de moradores, que continham fotos dos denunciados armados, próximo a mesas estendidas com drogas em cima, junto aos preços, que essas provas foram levadas até a sede da polícia, para fosse aberta uma investigação. As investigações apontaram que a associação criminosa do Morro da Formiga é bem armada, que qualquer patrulhamento de rotina leva ao confronto, sendo as bases da polícia pacificadora atacada; que esse grupo que atua nessa comunidade tem por hábito praticar outros tipos de crimes, que eles assaltam na região da Grande Tijuca. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Veja o quem é quem por área no tráfico da Cidade de Deus (CV)

MARIO HUGO MONKEN Um processo que tramita desde 2019 na 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá ainda sem sentença traz informações inéditas sobre como era ou que possivelmente ainda está o tráfico na Cidade de Deus, um dos QGs do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio.As informações dos autos foram passadas por um PM que atuou no 18º Batalhão. No Karate, o dono do tráfico é Éderson José Gonçalves Leite, o Sam  é bem pouco tempo estava preso na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, onde mesmo assim continuava a dar ordens para os traficantes e também determina quem .fica na “gerência do tráfico”. Óleo era o”gerente do tráfico no “karatê e na Tangará”; RD dividia a gerência geral com ‘Óleo. Tomé era gerente da cocaina e Di Bala, da maconha. Alho exercia a função de segurança do tráfico e Thaina era a contadora. Edvanderson Gonçalves Leite, o Deco, irmão de Sam, não tinha na época função direta no tráfico, porém, transmitia as ordens de seu irmão e recebia determinado valor do tráfico. Foi preso recentemente. Na localidade da Casinhas ou 15, o dono era o Dedei. Ifael era o gerente geral, Jardel era o gerente, Índio segurança das bocas de fumo. Wallace exercia a função de segurança de Óleo. Nenezinho era o “vapor da “boca do lixão”. Marlon da 15 era vapor. André Luiz exercia a função de “atividade” ou seja, aquele que fica com rádio comunicador e avisa quando policiais entram na comunidade. Butucap era o segurança do tráfico e também pratica roubos de veículos para os traficantes da “15”.No Treze, o dono sera Sardinha,. Vinicinho da 13 era o “gerente. Zidane, o gerente geral do tráfico. E dois gêmeos eram outros gerentes, assim como Guga.Jonathan era o vapor da ponte azul. Diego também era vapor. Pintinho e Marreco são seguranças nas bocas. Nos Apartamentos ou APs, o dono é Carlinhos Cocaína. Peleco é o gerente geral. Rael gerente do pó de R$ 40 e segurança das bocas. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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