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Relatório da DRE aponta que traficante Pezão do Alemão herdou funções de Beira-Mar no elo com fornecedores de armas e drogas de outros países do continente. Documento diz que Tropa do Urso tem 300 integrantes

Segundo relatório da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Civil (DRE), o narcotraficante Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, herdou as funções de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar tratando-se do elo entre o Comando Vermelho e os grandes fornecedores de armas e drogas com conexões no Paraguai, Peru, Bolívia e Colômbia. Há notícias de que Pezão atuaria até mesmo na remessa de cigarros contrabandeados do Paraguai para todo o Brasil fazendo desta atividade mais uma fonte de riqueza para a facção. O traficante Wilton Carlos Rabello Quintanilha, o Abelha, recebeu de Marcinho VP uma procuração intitulada de Carta, uma espécie de procuração para resolver as questões dos presos da facção. Abelha atuava como presidente do conselho dos presos, órgão que abrange os líderes da facção presos em todo o país, que é responsável por diversas decisões. Mesmo solto, continua integrando o conselho, sob ordens de Marcinho VP. Edgar Alves de Andrade, o Doca, divide a Carta com Abelha. O Bonde do Urso, do qual comanda, conta com cerca de 300 integrantes fortemente armados e treinados para a defesa e tomada de territórios. Ele tem uma política expansionista pela dominação de áreas. O Bonde do Urso está a frente da guerra pelo controle de áreas em Jacarepaguá aproveitando-se da desestruturação das milícias em razão da repressão da Polícia Civil. A política expansionista de Doca inclui o domínio da Cidade Alta e da Cinco Bocas, áreas dominadas atualmente pelo Terceiro Comando Puro (TCP). Pedro Paulo Guedes, o Pedro Bala, é quem comanda as incursões e outras tarefas determinadas pela cúpula do CV ao Bonde do Urso. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Relatório da DRE explica como o CV tomou a Gardênia Azul e tentou controlar toda Jacarepaguá

Relatório da DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Civil do RJ) traz detalhes sobre como foi o ataque do Comando Vermelho na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, no início do ano, expulsando os milicianos. Um PM revelou em 19 de janeiro foi acionado com um colega para ir até a comunidade já que havia relatos de um intenso confronto entre traficantes do CV e milicianos na localidade conhecida como Marcão. Os policiais visualizaram dois elementos com roupas escuras e armados fugindo pelos telhados das casas. Os agentes determinaram que eles parassem mas eles desobedeceram e efetuaram disparos. Eles acabaram não sendo localizados. Em seguida, os PMs recolheram munições para fuzil e estojos de balas deflagradas. O PM revelou que os traficantes invadiram a Gardênia e também a Muzema e que a próxima seria Rio das Pedras. E que os líderes da invasão na Gardênia foram os criminosos Lesk e Gargalhone, intermediados pelos traficantes do Complexo do Alemão. Disse ainda que, após a invasão, os traficantes estavam comercializando drogas na Gardênia no período noturno nas localidades do Chico City denominadas Boca da Lagoa, Beco Silva e Bar da Gal e que dispunha de alto poder bélico com contenções armadas de fuzis calibres 762  e 556 e forte venda de cocaína e maconha. No Favelão, chegaram a ser vistos diversos indivíduos portando fuzis, vestindo roupas camufladas e balaclavas, andando pelas ruas, abordando moradores e ordenando que os comerciantes não mais pagassem as taxas de segurança aos milicianos da região. Na Chico City, houve informações que os traficantes entraram pelo final do Canal do Anil vindos da mata e atravessando de barco. Em outra parte do Chico City, os bandidos do CV de fuzil e roupas camufladas entraram por uma trilha existente na lateral de um shopping. Eles cortaram o arame farpado e as estacas que separavam a rua da trilha. A Gardênia foi tomada pela Tropa do Urso e por traficantes da Cidade de Deus. Já a Muzema e Tijuquinha, os traficantes tiveram o apoio de bandidos da Rocinha comandados por Johny Bravo. Lesk e Gargalhone teriam saído da milícia e passado para o lado do CV. Em 29 de janeiro, após a retirada das forças de segurança, os traficantes se consolidaram de vez na Gardênia. Curicica, Rio das Pedras e Praça Seca O relatório mencionou também que na época, os traficantes da Cidade de Deus tomaram a Vila Sapê, que era controlada pelo miliciano André Boto. Na época da invasão na Gardênia e também na Muzema, um miliciano de Rio das Pedras, vulgo Pokemon, foi morto em um confronto com a polícia. Nesta comunidade, as lideranças são os irmãos Dalmir e Dalcemir Barbosa e Taillon, filho do segundo. Dalmir e Taillon estão presos e davam ordens da cadeia sendo o filho de Dalcemir próximo de traficantes do Terceiro Comando Puro e colocou bocas de fumo na favela. No dia 22 de janeiro, houve notícia de que o CV estariam na parte alta da mata da localidade do Pinheiro esperando a ordem da chefia para invadir Rio das Pedras. No mesmo dia, durante a madrugada, surgiu a notícia de que o ataque a Rio das Pedras havia sido autorizado. Em 24 de janeiro, o Comando Vermelho travou embates com a milícia na Favela da Chacrinha, na Praça Seca. O traficante Bruno Silva Souza, o Tiriça, líder do crime no Morro da Barão, juntamente com Allan da Costa Silva, o Allan Revoltado e Rafael Cardoso do Valle, o Baby, lideraram o ataque e o CV tomou a favela. FONTE: Relatório da Polícia Civil.do Rio de Janeiro

 Traficante de Mesquita que pagava várias propinas a PMs pegou só dois anos de cadeia. Veja algumas das negociações

O traficante vulgo 22, um dos líderes do Comando Vermelho na cidade de Mesquita, pegou uma irrisória pena de dois anos e oito meses de prisão em um processo que o julgou por acusação de pagar propina a policial militar. A ação penal, de 2019, teve sentença em abril deste ano. Mesmo preso, o criminoso foi flagrado fazendo as negociações. Áudios flagaram 22 falando com uma pessoa que era para separar uma quantia em dinheiro para pagar um PM citando onde o policial residia, qual batalhão trabalhava e para qual batalhão foi transferido. Em outras ligações também foram citados outros policiais, bem como as quantias que eram separadas para cada um deles. Nas ligações, ficou claro que os policiais aceitavam propina. 22 determinou, por exemplo, o pagamento da quantia de R$2.000,00 ao policial militar vulgo “Neném”, a fim de que pudesse exercer livremente as atividades de tráfico de drogas na região, sem que fosse reprimido pela força policial.  Esse agente foi denunciado perante a auditoria da justiça militar, incursos no crime de corrupção passiva. 22 dizia que “para eles (policiais) deixarem todas as firmas tranquilas (…) irá pagar o arrego de duas semanas para que possam trabalhar tranquilos”. Apurou-se que os valores variavam entre R$ 2.000,00 a R$ 25.000,00. O acusado chegou a pensar no pagamento de uma quantia mensal e ainda acorda o pagamento de de R$ 3.000,00  semanais a policiais lotados no GAT. O grupo também praticava roubos e homicídios na localidade. Para que a prática das atividades ilícitas desempenhadas pelo bando fosse tolerada, o denunciado contava com apoio de policiais militares lotados no batalhão correspondente à localidade mediante pagamento de espúria quantia semanal aos agentes FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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